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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Embaixador sírio: ataque contra base síria demonstra interação dos EUA com terroristas

Ataque de mísseis de cruzeiro norte-americanos contra a base aérea na Síria é uma grave violação de todos os direitos internacionais que mostra o fato de haver coordenação entre Washington e os grupos terroristas Daesh e Frente al-Nusra, comunicou o embaixador da Síria na Rússia Riad Haddad.


Sputnik

"A agressão norte-americana contra a Síria é uma agressão contra a soberania do nosso país e é uma violação grave de todos os direitos internacionais. Esta agressão demonstra que os norte-americanos apoiam os dirigentes dos grupos Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia) e mostra que há coordenação entre os EUA e estes grupos terroristas. Os ataques norte-americanos são a resposta aos avanços recentes do exército nacional da Síria", comunicou Haddad.


Consequências do ataque aéreo americano contra base aérea síria na província de Homs
Consequências do bombardeio norte-americano a base aérea Síria © Sputnik/ Mikhail Voskresensky

Segundo ele, os EUA precisavam encontrar um pretexto para a intervenção e a utilização das armas químicas se tornou nesse pretexto.

"É um pretexto imaginado, porque a Síria e o seu exército estão livres de armas químicas após a Síria se juntar à Organização para Proibição de Armas Químicas e esta organização ter confirmado que a Síria tinha cumprido todas as obrigações para se livrar das armas químicas. Confirmo mais uma vez que os EUA apoiam a atividade terrorista na região, acho que este ataque é uma intervenção direta sem intermediários, como tinha acontecido anteriormente", sublinhou o embaixador sírio.

Na madrugada de sexta-feira, o presidente dos EUA Donald Trump comunicou que ordenou a realização de um ataque com mísseis ao aeródromo na Síria do qual teria sido realizado o ataque com armas químicas. O Pentágono declarou que o objetivo do ataque com mísseis era o aeródromo de Shayrat na província de Homs. Segundo o Pentágono foram lançados 59 mísseis.



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