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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Embaixador sírio: ataque contra base síria demonstra interação dos EUA com terroristas

Ataque de mísseis de cruzeiro norte-americanos contra a base aérea na Síria é uma grave violação de todos os direitos internacionais que mostra o fato de haver coordenação entre Washington e os grupos terroristas Daesh e Frente al-Nusra, comunicou o embaixador da Síria na Rússia Riad Haddad.


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"A agressão norte-americana contra a Síria é uma agressão contra a soberania do nosso país e é uma violação grave de todos os direitos internacionais. Esta agressão demonstra que os norte-americanos apoiam os dirigentes dos grupos Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia) e mostra que há coordenação entre os EUA e estes grupos terroristas. Os ataques norte-americanos são a resposta aos avanços recentes do exército nacional da Síria", comunicou Haddad.


Consequências do ataque aéreo americano contra base aérea síria na província de Homs
Consequências do bombardeio norte-americano a base aérea Síria © Sputnik/ Mikhail Voskresensky

Segundo ele, os EUA precisavam encontrar um pretexto para a intervenção e a utilização das armas químicas se tornou nesse pretexto.

"É um pretexto imaginado, porque a Síria e o seu exército estão livres de armas químicas após a Síria se juntar à Organização para Proibição de Armas Químicas e esta organização ter confirmado que a Síria tinha cumprido todas as obrigações para se livrar das armas químicas. Confirmo mais uma vez que os EUA apoiam a atividade terrorista na região, acho que este ataque é uma intervenção direta sem intermediários, como tinha acontecido anteriormente", sublinhou o embaixador sírio.

Na madrugada de sexta-feira, o presidente dos EUA Donald Trump comunicou que ordenou a realização de um ataque com mísseis ao aeródromo na Síria do qual teria sido realizado o ataque com armas químicas. O Pentágono declarou que o objetivo do ataque com mísseis era o aeródromo de Shayrat na província de Homs. Segundo o Pentágono foram lançados 59 mísseis.



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