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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Embaixador sírio: ataque contra base síria demonstra interação dos EUA com terroristas

Ataque de mísseis de cruzeiro norte-americanos contra a base aérea na Síria é uma grave violação de todos os direitos internacionais que mostra o fato de haver coordenação entre Washington e os grupos terroristas Daesh e Frente al-Nusra, comunicou o embaixador da Síria na Rússia Riad Haddad.


Sputnik

"A agressão norte-americana contra a Síria é uma agressão contra a soberania do nosso país e é uma violação grave de todos os direitos internacionais. Esta agressão demonstra que os norte-americanos apoiam os dirigentes dos grupos Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia) e mostra que há coordenação entre os EUA e estes grupos terroristas. Os ataques norte-americanos são a resposta aos avanços recentes do exército nacional da Síria", comunicou Haddad.


Consequências do ataque aéreo americano contra base aérea síria na província de Homs
Consequências do bombardeio norte-americano a base aérea Síria © Sputnik/ Mikhail Voskresensky

Segundo ele, os EUA precisavam encontrar um pretexto para a intervenção e a utilização das armas químicas se tornou nesse pretexto.

"É um pretexto imaginado, porque a Síria e o seu exército estão livres de armas químicas após a Síria se juntar à Organização para Proibição de Armas Químicas e esta organização ter confirmado que a Síria tinha cumprido todas as obrigações para se livrar das armas químicas. Confirmo mais uma vez que os EUA apoiam a atividade terrorista na região, acho que este ataque é uma intervenção direta sem intermediários, como tinha acontecido anteriormente", sublinhou o embaixador sírio.

Na madrugada de sexta-feira, o presidente dos EUA Donald Trump comunicou que ordenou a realização de um ataque com mísseis ao aeródromo na Síria do qual teria sido realizado o ataque com armas químicas. O Pentágono declarou que o objetivo do ataque com mísseis era o aeródromo de Shayrat na província de Homs. Segundo o Pentágono foram lançados 59 mísseis.



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