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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Estado-Maior russo: Militantes levam substâncias toxicas à Síria para EUA atacarem de novo

Nesta terça-feira (11), o chefe da Direção Principal de Operações do Estado-Maior russo, coronel-general Sergei Rudskoy, comunicou que, segundo informações ao seu dispor, militantes transportam substâncias tóxicas às regiões sírias de Khan Shaykhun, aeródromo Jirah, Ghouta oriental e para o oeste de Aleppo.


Sputnik


Segundo o alto oficial, o objetivo de tais ações é criar mais um pretexto para as acusações contra o governo sírio em relação ao uso de armas químicas e provocar novos ataques por parte dos Estados Unidos. Rudskoy também advertiu que tais passos sejam inaceitáveis.

Fábrica de armas químicas em Aleppo
Fábrica de armas químicas descoberta em Aleppo com o Estado Islâmico © Sputnik/ Nour Molhem

Além disso, o dirigente do Estado-Maior russo afirmou, no decorrer de um briefing, que Washington, ao efetuar um ataque de mísseis contra o aeródromo sírio de Shayrat, violou as normas do direito internacional.

"Analisamos escrupulosamente todos os materiais midiáticos que contêm acusações contra o governo sírio de ter usado armas químicas no povoado de Han Sheyhun, na província de Idlib. Sua veracidade gera muitas dúvidas, e não somente em nós. Cada vez mais especialistas e organizações eminentes se inclinam para a versão de que as gravações sejam falsificadas", assegurou.

"Porém, autoridades americanas novamente decidiram não esperar pelos resultados da investigação e, violando as normas do direito internacional, em 7 de abril, ordenaram efetuar um ataque de mísseis contra o aeródromo de Shayrat, na sequência do qual morreram 9 civis, inclusive 4 crianças, e ficaram feridas cerca de dez pessoas", sublinhou Rudskoy.

O coronel-general adiantou que os militares russos estão dispostos a garantir segurança e deixar passar especialistas independentes, bem como representantes da Organização para a Proibição de Armas Químicas, ao aeródromo sírio de Shayrat, para que possam efetuar uma investigação adequada.

"Estamos prontos para conceder quaisquer oportunidades, garantir segurança e deixar passar especialistas independentes e representantes da OPAQ ao aeródromo de Shayrat para que efetuem uma investigação. Especialistas sabem que é impossível abafar indícios de um ataque químico", realçou.

Rudskoy afirmou que autoridades sírias, por sua vez, também manifestaram disponibilidade em deixar passar especialistas a esta base aérea, "contribuindo no trabalho deles de todos os modos".

Para concluir, o militar assegurou que o Exército sírio está travando uma ofensiva bem-sucedida contra as posições dos terroristas, por isso não há necessidade alguma de usar quaisquer substâncias tóxicas, que as forças governamentais não possuem.

"Neste contexto, o governo de Bashar Assad não precisa usar armas químicas. Ainda mais porque o Exército sírio não as tem", frisou.

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