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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Estado-Maior russo: Militantes levam substâncias toxicas à Síria para EUA atacarem de novo

Nesta terça-feira (11), o chefe da Direção Principal de Operações do Estado-Maior russo, coronel-general Sergei Rudskoy, comunicou que, segundo informações ao seu dispor, militantes transportam substâncias tóxicas às regiões sírias de Khan Shaykhun, aeródromo Jirah, Ghouta oriental e para o oeste de Aleppo.


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Segundo o alto oficial, o objetivo de tais ações é criar mais um pretexto para as acusações contra o governo sírio em relação ao uso de armas químicas e provocar novos ataques por parte dos Estados Unidos. Rudskoy também advertiu que tais passos sejam inaceitáveis.

Fábrica de armas químicas em Aleppo
Fábrica de armas químicas descoberta em Aleppo com o Estado Islâmico © Sputnik/ Nour Molhem

Além disso, o dirigente do Estado-Maior russo afirmou, no decorrer de um briefing, que Washington, ao efetuar um ataque de mísseis contra o aeródromo sírio de Shayrat, violou as normas do direito internacional.

"Analisamos escrupulosamente todos os materiais midiáticos que contêm acusações contra o governo sírio de ter usado armas químicas no povoado de Han Sheyhun, na província de Idlib. Sua veracidade gera muitas dúvidas, e não somente em nós. Cada vez mais especialistas e organizações eminentes se inclinam para a versão de que as gravações sejam falsificadas", assegurou.

"Porém, autoridades americanas novamente decidiram não esperar pelos resultados da investigação e, violando as normas do direito internacional, em 7 de abril, ordenaram efetuar um ataque de mísseis contra o aeródromo de Shayrat, na sequência do qual morreram 9 civis, inclusive 4 crianças, e ficaram feridas cerca de dez pessoas", sublinhou Rudskoy.

O coronel-general adiantou que os militares russos estão dispostos a garantir segurança e deixar passar especialistas independentes, bem como representantes da Organização para a Proibição de Armas Químicas, ao aeródromo sírio de Shayrat, para que possam efetuar uma investigação adequada.

"Estamos prontos para conceder quaisquer oportunidades, garantir segurança e deixar passar especialistas independentes e representantes da OPAQ ao aeródromo de Shayrat para que efetuem uma investigação. Especialistas sabem que é impossível abafar indícios de um ataque químico", realçou.

Rudskoy afirmou que autoridades sírias, por sua vez, também manifestaram disponibilidade em deixar passar especialistas a esta base aérea, "contribuindo no trabalho deles de todos os modos".

Para concluir, o militar assegurou que o Exército sírio está travando uma ofensiva bem-sucedida contra as posições dos terroristas, por isso não há necessidade alguma de usar quaisquer substâncias tóxicas, que as forças governamentais não possuem.

"Neste contexto, o governo de Bashar Assad não precisa usar armas químicas. Ainda mais porque o Exército sírio não as tem", frisou.

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