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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Estado-maior sírio: 6 pessoas foram mortas em resultado do bombardeio dos EUA

Ataque dos EUA resultou em mortos e feridos, causando enormes danos materiais, informa o Estado-Maior da Síria.


Sputnik

"Foi levada a cabo uma agressão contra uma das nossas bases militares. O ataque de mísseis provocou a morte de seis pessoas, outras foram feridas, foi causado um dano material significativo", diz a declaração do Estado-Maior das Forças Armadas da Síria.


Esta foto de satélite mostra a base aérea de Shayrat, na província síria de Homs, em fevereiro de 2017
Base Aérea Shayrat, em Homs, Síria, antes do bombardeio dos EUA © AP Photo/ Digital Globe/Departamento da dEfesa dos EUA/Handout via Reuters

"Esta agressão dos EUA aponta para a continuação da estratégia errada dos EUA, que paralisa os esforços na luta contra o terrorismo, torna os EUA aliados do Daesh e da Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia), que desde o primeiro dia da guerra contra a Síria têm realizado ataques contra postos do exército e bases militares", adianta o documento.

Os Estados Unidos lançaram pelo menos 59 mísseis de cruzeiro na noite desta quinta-feira em um aeródromo sírio próximo à cidade de Homs. O ataque seria uma resposta de Trump às denúncias de uso de armas químicas proibidas pelo governo sírio, responsável pela morte de 100 pessoas na terça-feira.



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