Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Pequim acha que exercícios dos EUA e da Coreia do Sul escalam situação na região

Os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul não contribuem para a desescalação na península coreana, acrescentou na segunda (21) a representante oficial Hua Chunying.
Sputnik

Os exercícios conjuntos Ulchi Freedom Guardian (UFG) se iniciaram na Coreia do Sul na segunda-feira. 


"Os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul não contribuem para a desescalação da situação na península coreana, bem como para os esforços das partes no sentido de realizar negociações", comunicou Hua Chunying durante o briefing.

Ela chamou os EUA, a Coreia do Sul e os outros países a darem passos construtivos que contribuam para o reinício das negociações e para a regularização racional do problema nuclear da península Coreana.

Cerca de 50 mil militares sul-coreanos e 17 mil norte-americanos participam dos exercícios.

Anteriormente havia sido comunicado que os EUA e a Coreia do Sul acordaram influenciar Pyongyang com o deslocamento de armas estratégicas norte-americanas – submarinos nuclear…

EUA estão sobrevoando sem parar a península Coreana

A Força Aérea dos EUA está patrulhando espaço aéreo da península Coreana devido às "provocações" frequentes por parte da Coreia do Norte, informa o canal de televisão Fox News. Muitos aviões norte-americanos estão saindo da base aérea sul-coreana em direção à cidade de Osan.


Sputnik


EUA efetuam regularmente treinamentos da Força Aérea em grande escala usando, em particular, caças-bombardeiros F-16, destaca o Fox News.

Caça F-16 norte-americano
F-16 da USAF © REUTERS/ TT News Agency/Susanne Lindholm

Anteriormente, foi divulgado que a força de ataque da Marinha dos EUA, juntamente com o porta-aviões Carl Vinson, estava se dirigindo para a região da península da Coreia. A força também inclui dois destroieres e um cruzador com mísseis guiados que podem interceptar mísseis balísticos.

Neste domingo (9), o conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Herbert McMaster, sublinhou a legitimidade desta decisão, reforçando ser "inaceitável" a existência do arsenal nuclear de Pyongyang.

Ele acrescentou que Donald Trump pediu aos militares para estarem preparados para "apresentar toda a gama de possibilidades na destruição desta ameaça".

Postar um comentário

Postagens mais visitadas