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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

EUA implantam tropas e veículos blindados na fronteira turco-síria

Militares dos EUA começaram a implantar tropas e veículos blindados ao longo da fronteira turco-síria, desde Kobani até Kamyshlov, para evitar confrontos entre as forças turcas e as milícias curdas YPG, declarou à Sputnik Turquia uma fonte nas YPG.


Sputnik

A fonte explicou que as milícias curdas "acordaram com os Estados Unidos" os passos para evitar possíveis ataques da Turquia contra as YPG". 

Tanque norte-americano na fronteira entre a Síria e a Turquia | Twitter

Segundo acrescentou a fonte, os EUA prometeram envidar todos os esforços para prevenir novos ataques dos militares turcos.

Mais cedo, uma fonte nas Forças Democráticas da Síria (FDS) havia dito à Sputnik Turquia que, equipados com tanques norte-americanos, os curdos vão participar na investida de Raqqa, mas advertiu que, se a Turquia voltar a atacar as posições curdas, as FDS serão obrigadas a deixar Raqqa para defender seus territórios.

Na madrugada de terça-feira, 25 de abril, a aviação da Turquia lançou ataques contra as milícias curdas no norte da Síria e do Iraque, além de lançar um ataque de artilharia contra a região curda de Shahba, também situada no norte da síria.

O objetivo dos militares turcos foi destruir as bases das unidades curdas, ligadas ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), proibido na Turquia.

De acordo com dados de Ancara, na sequência dos bombardeios foram mortos cerca de 70 combatentes curdos.

A ofensiva turca provocou uma reação negativa por parte da Rússia, Síria, Irã e EUA.


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