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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Ex-presidente do Afeganistão classificou o lançamento da bomba dos EUA de 'traição'

O ex-presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, acusou seu sucessor de cometer traição, ao permitir que os militares dos EUA lançassem a maior bomba não nuclear em uma operação contra terroristas do Daesh no país.


Sputnik


Karzai, que "se posicionou contra a América", mantém uma influência considerável no grupo étnico Pashtun do Afeganistão, ao qual o presidente Ashraf Ghani também pertence. Suas declarações podem sinalizar uma reação política das forças nacionalistas no país e colocar em risco a missão militar dos EUA no Afeganistão.

Ex-presidente do Afeganistão, Hamid Karzai
Hamid Karzai © AFP 2017/ ALEXANDER NEMENOV

"Como é possível permitir que os americanos bombardem seu país com um dispositivo igual à uma bomba atômica?", disse Karzai durante um evento público em Cabul, questionando a decisão de Ghani. "Se o governo permitiu fazer isto, isso foi errado, foi uma traição nacional".

Violação da soberania

Durante a posse de Karzai como presidente, sua oposição aos ataques aéreos de forças militares estrangeiras agravou seu relacionamento com os Estados Unidos e outras nações ocidentais.

Como o governo de Cabul, dividido entre Ghani e seu rival Abdullah Abdullah, num compartilhamento de poder negociado pelos EUA, permanece frágil, as intervenções políticas de Karzai chamam a atenção. Ghani não conseguiu construir uma unidade, construida por Karzai, que deixou o cargo em 2014.

Karzai classificou o ataque norte-americano de violação de soberania, perturbando assim o instável ambiente político do país.

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