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Como funcionam os mísseis de micro-ondas que os EUA podem usar em caso de ataque da Coreia do Norte

Nos arredores da cidade de Albuquerque, no Estado do Novo México, uma equipe de especialistas da Força Aérea americana desenvolve uma arma pouco tradicional, mas que poderia ter um objetivo estratégico: deter os mísseis nucleares da Coreia do Norte.
Lioman Lima | BBC Mundo

Não é um armamento qualquer. Trata-se de um tipo de arma eletromagnética que não é nociva para o ser humano e cuja base de funcionamento é a mesma tecnologia de um forno micro-ondas.


E, segundo diversos especialistas em assuntos militares consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, poderia ser uma alternativa para desativar as armas nucleares de Pyongyang de forma efetiva, sem gerar grandes prejuízos.

O "Projeto de mísseis avançados de micro-ondas de alta potência de interferência eletrônica" (Champ, na sigla em inglês) prepara, em essência, projéteis que emitem ondas de altíssima frequência, capazes de fritar sistemas eletrônicos.

"Tendo em conta o estado da tecnologia no mundo moderno, em q…

Ex-presidente do Afeganistão classificou o lançamento da bomba dos EUA de 'traição'

O ex-presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, acusou seu sucessor de cometer traição, ao permitir que os militares dos EUA lançassem a maior bomba não nuclear em uma operação contra terroristas do Daesh no país.


Sputnik


Karzai, que "se posicionou contra a América", mantém uma influência considerável no grupo étnico Pashtun do Afeganistão, ao qual o presidente Ashraf Ghani também pertence. Suas declarações podem sinalizar uma reação política das forças nacionalistas no país e colocar em risco a missão militar dos EUA no Afeganistão.

Ex-presidente do Afeganistão, Hamid Karzai
Hamid Karzai © AFP 2017/ ALEXANDER NEMENOV

"Como é possível permitir que os americanos bombardem seu país com um dispositivo igual à uma bomba atômica?", disse Karzai durante um evento público em Cabul, questionando a decisão de Ghani. "Se o governo permitiu fazer isto, isso foi errado, foi uma traição nacional".

Violação da soberania

Durante a posse de Karzai como presidente, sua oposição aos ataques aéreos de forças militares estrangeiras agravou seu relacionamento com os Estados Unidos e outras nações ocidentais.

Como o governo de Cabul, dividido entre Ghani e seu rival Abdullah Abdullah, num compartilhamento de poder negociado pelos EUA, permanece frágil, as intervenções políticas de Karzai chamam a atenção. Ghani não conseguiu construir uma unidade, construida por Karzai, que deixou o cargo em 2014.

Karzai classificou o ataque norte-americano de violação de soberania, perturbando assim o instável ambiente político do país.

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