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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Forças governamentais sírias repelem com sucesso avanço terrorista no sul do país

O Exército sírio está conseguindo conter a pressão dos militantes na província de Daraa, no sul do país. Uma fonte militar contou à Sputnik quais as medidas que se mostraram eficazes na luta contra terroristas.


Sputnik

Recentemente, as tentativas dos militantes para atacarem as posições dos militares sírios têm sido cada vez mais frequentes nas regiões fronteiriças com a Jordânia. 


Exército sírio repele contraofensiva dos terroristas no norte da província e Hama
Tropa do exército sírio © Sputnik/ Mikhail Voskresenskiy

Segundo comunicou a fonte da Sputnik Árabe, antes de atacarem, eles lançam bombas caseiras contra as fortificações de exército, as bombardeiam com morteiros de 120 milímetros e dirigem contra elas automóveis recheados com explosivos.

Conhecendo esta tática, os soldados sírios disparam contra os automóveis a longa distância, sendo que a Força Aérea também presta muito apoio às forças no terreno.

Na sequência do confronto mais recente, foram eliminados 75 terroristas do agrupamento Frente al-Nusra (proibido na Rússia), entre eles também havia cidadãos estrangeiros.

Durante o ataque, o comando militar decidiu ceder aos terroristas várias posições de combate que não representavam uma grande importância estratégica. Isso ajudou a poupar vidas dos militares e distender as forças do inimigo. Após isso, foi imediatamente lançada uma contraofensiva.

De acordo com fontes não oficiais, a chefia da organização terrorista ordenou atacar as regiões meridionais da Síria para compensar as derrotas nas províncias de Hama e Latakia.


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