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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Forças sírias libertam dezenas de mulheres e crianças yazidi das mãos do Daesh

A ofensiva para libertar as cidades sírias e iraquianas do Daesh ainda está acontecendo. A Sputnik Turquia reportou os últimos resultados e relata o resgate de yazidis, minoria religiosa perseguida pelo grupo terrorista.


Sputnik

As Forças Democráticas Sírias libertaram 138 Yazidi, incluindo 64 crianças Yazidi e 70 mulheres Yazidi capturadas pelo Daesh em agosto de 2014 durante um ataque a Sinjar, uma cidade iraquiana no Curdistão iraquiano, de acordo com Cihan Shex Ehmed, secretária de imprensa do comando da operação a cargo do batalhão feminino YPJ das Unidades de Proteção do Povo Curdo (YRG). 


Mulheres yazidis curdas durante manifestação contra o Daesh, Iraque, 3 de agosto de 2015
Mulheres yazidis curdas © AP Photo/ Seivan M.Salim

"De acordo com nossas informações, o Daesh ainda tem um grande número de famílias Yazidi, crianças e mulheres cativas em Raqqa. Nosso objetivo é libertar todos os prisioneiros dos terroristas. As operações para resgatá-los ainda estão acontecendo", disse ela à Sputnik Turquia.

As operações fazem parte da campanha "Ira do Eufrates", apoiada pelos EUA e pelas Forças Democráticas da Síria para libertar as cidades sírias e iraquianas dos militantes jihadistas. Lançada em novembro de 2016 na província síria de Raqqa, a campanha tenta livrar Deir ez-Zor e Tabqa na Síria e as cidades iraquianas de Mossul e Tal Afar dos terroristas.

Até o momento, as Forças sírias já liberaram 2.900 Yazidi, incluindo 953 mulheres, 684 crianças e 757 jovens senhoras. As Unidades de Proteção do Povo Curdo (YRG) continuam suas operações com as Unidades Peshmergas do Curdistão iraquiano, ajudando-as perto de Mossul.

No ano passado, a Comissão Internacional Independente de Inquérito sobre a Síria, vinculada ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, divulgou um relatório em que classificava a perseguição aos yazidi de "genocídio".


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