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Pequim acha que exercícios dos EUA e da Coreia do Sul escalam situação na região

Os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul não contribuem para a desescalação na península coreana, acrescentou na segunda (21) a representante oficial Hua Chunying.
Sputnik

Os exercícios conjuntos Ulchi Freedom Guardian (UFG) se iniciaram na Coreia do Sul na segunda-feira. 


"Os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul não contribuem para a desescalação da situação na península coreana, bem como para os esforços das partes no sentido de realizar negociações", comunicou Hua Chunying durante o briefing.

Ela chamou os EUA, a Coreia do Sul e os outros países a darem passos construtivos que contribuam para o reinício das negociações e para a regularização racional do problema nuclear da península Coreana.

Cerca de 50 mil militares sul-coreanos e 17 mil norte-americanos participam dos exercícios.

Anteriormente havia sido comunicado que os EUA e a Coreia do Sul acordaram influenciar Pyongyang com o deslocamento de armas estratégicas norte-americanas – submarinos nuclear…

Irã aconselha os EUA a abandonar o Golfo Pérsico

O ministro da Defesa do Irã, Hossein Dehghan aconselha os EUA a abandonar o Golfo Pérsico e não importunar os países da região, informa a agência Mehr.


Sputnik

"O que os norte-americanos estão fazendo no Golfo Pérsico? Deverão abandonar essa área para não causarem incômodos aos países da região", cita a Mehr as palavras do ministro. 


Porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower (CVN-69)  dos EUA no Gólfo Pérsico
Porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower (CVN-69) no Golfo Pérsico © AP Photo/ Petr David Josek

"Será aceitável que um ladrão armado entre na casa de alguém esperando um tapete vermelho? É um dos absurdos da época contemporânea", acrescentou.

As relações entre os EUA e o Irã mudaram completamente após a tomada de posse de Donald Trump. O presidente norte-americano declarou, nomeadamente, que não será tão amável em relação ao país do Oriente Médio como foi seu antecessor — Barack Obama. O novo chefe da Casa Branca tem uma atitude cética perante o acordo nuclear com Teerã, que foi atingido pelos cinco membros permanentes do Conselho da Segurança da ONU e Alemanha em 2015. Conforme o documento, o Conselho da Segurança da ONU levantará as sanções econômicas e financeiras impostas ao Irã em troca da aceitação do caráter pacífico do programa nuclear do país.


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