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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Irã aconselha os EUA a abandonar o Golfo Pérsico

O ministro da Defesa do Irã, Hossein Dehghan aconselha os EUA a abandonar o Golfo Pérsico e não importunar os países da região, informa a agência Mehr.


Sputnik

"O que os norte-americanos estão fazendo no Golfo Pérsico? Deverão abandonar essa área para não causarem incômodos aos países da região", cita a Mehr as palavras do ministro. 


Porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower (CVN-69)  dos EUA no Gólfo Pérsico
Porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower (CVN-69) no Golfo Pérsico © AP Photo/ Petr David Josek

"Será aceitável que um ladrão armado entre na casa de alguém esperando um tapete vermelho? É um dos absurdos da época contemporânea", acrescentou.

As relações entre os EUA e o Irã mudaram completamente após a tomada de posse de Donald Trump. O presidente norte-americano declarou, nomeadamente, que não será tão amável em relação ao país do Oriente Médio como foi seu antecessor — Barack Obama. O novo chefe da Casa Branca tem uma atitude cética perante o acordo nuclear com Teerã, que foi atingido pelos cinco membros permanentes do Conselho da Segurança da ONU e Alemanha em 2015. Conforme o documento, o Conselho da Segurança da ONU levantará as sanções econômicas e financeiras impostas ao Irã em troca da aceitação do caráter pacífico do programa nuclear do país.


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