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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Irã não precisa de permissão para construir mísseis, diz presidente

O Irã não vai pedir "licença a ninguém" para construir mísseis, disse no sábado (15) o presidente do país, Hassan Rouhani, no que parece ser uma resposta aos esforços dos EUA de impedir o desenvolvimento do Exército iraniano, relata a agência Reuters.


Sputnik

"O fortalecimento das capacidades das Forças Armadas iranianas […] visa somente defender o país e nós não vamos pedir licença a ninguém para desenvolver as Forças Armadas e para construir mísseis e aeronaves", disse o presidente em um evento militar, transmitido pela televisão estatal. 


O presidente do Irã Hassan Rouhani (segundo à esquerda) e o ministro da Defesa Hossein Dehghan (à esquerda) perto do sistema de mísseis Bavar 373 em Teerã, Irã, 21 de agosto de 2016
Presidente do Irã, segundo a esquerda, próximo ao sistema Bavar 373 © REUTERS/ President.ir

Rouhani também observou que o Irã nunca teve "objetivos agressivos, mas a paz não é um caminho sem retorno e, se nós optarmos por ficar em paz, pode ser que a outra parte não o faça, então há uma necessidade de vigilância."

Nas próximas presidenciais em maio, Rouhani espera obter o seu segundo mandato de quatro anos. O presidente desmentiu as afirmações dos adversários, segundo os quais o presidente estava ansioso por apaziguar o Ocidente ao concordar em interromper o programa nuclear do país em troca de levantamento das sanções.

Durante sua campanha eleitoral, o presidente norte-americano Donald Trump criticou o acordo nuclear e disse que iria interromper o programa de mísseis de Teerã. Em janeiro, depois que o Irã testou de um novo míssil balístico, Trump twittou que o país estava "brincando com o fogo".

O Irã, por sua vez, diz que seus testes de mísseis não violam o acordo nuclear.



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