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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Irã respondeu à arrogância dos EUA

Uma lancha iraniana obrigou um destróier da Marinha dos EUA a desviar seu rumo no Golfo Pérsico, informa a mídia. O cientista político Araik Stepanyan revelou no ar do serviço russo da Rádio Sputnik sua opinião que são os próprios americanos que provocam o Irã a ações deste tipo.


Sputnik

O destróier USS Mahan dos EUA teve que alterar seu rumo para evitar a colisão com uma lancha iraniana, informou a emissora Fox News, citando fontes da administração estadunidense.


Destróier norte-americano Mahan no Egito, março de 2009
USS Mhan © AFP 2017/ Stringer

De acordo com o canal, o navio norte-americano entrou em rota de colisão de uma lancha do Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica. Para evitar um acidente, o navio americano alterou a rota, emitiu sinais de alerta e lançou para o ar foguetes de sinalização. A tripulação ocupou suas posições de combate.

Os militares norte-americanos têm reclamado, em diversas ocasiões, de manobras perigosas realizadas por navios iranianos no Golfo Pérsico.

O secretário responsável da Academia de Problemas Geopolíticos e cientista político Araik Stepanyan opina que são os próprios EUA que provocam o Irã a esse tipo de ações.

"Os iranianos consideram o Golfo Pérsico como seu e claro que se querem sentir neste golfo como em sua casa, não constrangidos, e atuar como consideram adequado. Entretanto, o comportamento correto dos iranianos no Golfo Pérsico provoca ações mais insolentes e agressivas dos americanos. Ou seja, se os iranianos se comportam corretamente – os americanos se comportam de forma mais insolente.


Os EUA consideram isso como covardia e começam pressionando. Por esta razão, os iranianos não podem atuar de forma contida, as ações deles dependem da reação dos EUA, eles são obrigados a se comportarem assim”, destacou Araik Stepanyan no ar do serviço russo da Rádio Sputnik.


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