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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Ministério da Defesa russo: apenas 23 mísseis americanos atingiram base de Shayrat

Igor Konashenkov, representante oficial do Ministério da Defesa russo, falando hoje no briefing, disse que apenas 23 mísseis lançados do destróier da Marinha norte-americana atingiram a base de Shayrat, não se sabe onde caíram os restantes 36. As buscas dos mísseis estão em curso. 


Sputnik


"No dia 7 de abril, entre as 3h42 e as 3h56 [21h42-00h56] a partir de destróiers da Marinha dos EUA nas águas do Mediterrâneo, na área da Ilha de Creta, foi lançado um ataque aéreo em massa com 59 mísseis de cruzeiro Tomahawk contra a base aérea de Shayrat. Conforme os dados dos meios russos, o território da base foi atingido por apenas 23. O lugar da queda dos 36 restantes mísseis não é conhecido", declarou Konashenkov.

Consequências do ataque aéreo americano contra base aérea síria na província de Homs
Consequências do ataque dos EUA com mísseis de cruzeiro a base aérea em Homs, Síria © Sputnik/ Mikhail Voskresensky

Ele sublinhou que, em resultado do ataque, foi destruído um armazém de mercadorias, um edifício destinado à instrução, uma cantina e 6 aviões Mig-23, bem como a estação de radar.

O Ministério da Defesa da Rússia destaca que, em resultado do ataque, quatro militares sírios morreram, dois desapareceram e seis sofreram ferimentos devido ao incêndio.

Igor Konashenkov frisou que Ministério da Defesa da Rússia avalia as ações dos EUA como violação do memorando assinado com a Rússia.

Rússia continua insistindo para que os EUA apresentem provas de que foi Damasco que usou armas químicas, ou serão acusações infundadas.

Para além disso, Igor Konashenkov informou que a Rússia reforçará a defesa aérea da Síria.

"Para proteger as infraestruturas sírias mais sensíveis, no futuro mais próximo será realizado um conjunto de iniciativas para reforçar a eficácia do sistema de defesa antiaérea da Síria", disse Igor Konashenkov durante o briefing.

Os Estados Unidos lançaram pelo menos 59 mísseis de cruzeiro na noite desta quinta-feira em um aeródromo sírio próximo à cidade de Homs. O ataque seria uma resposta de Trump às denúncias de uso de armas químicas proibidas pelo governo sírio, responsável pela morte de 100 pessoas na terça-feira.

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