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Turquia acionará judicialmente os EUA, caso entregas dos F-35 sejam bloqueadas

Segundo o porta-voz do presidente turco, Ibrahim Kalin, a Turquia recorrerá a medidas jurídicas caso as entregas dos F-35 sejam bloqueadas pelos EUA.
Sputnik

Ibrahim Kalin citou para a mídia turca que "não é nada fácil rescindir este contrato, somos parte de um contrato multilateral, cumprimos com todas as exigências e pagamos, caso os EUA não cumpram, recorreremos à lei".

O Congresso americano decidiu recentemente suspender as entregas dos caças americanos de quinta geração F-35 à Turquia devido aos planos de Ancara de adquirir o sistema de defesa antiaérea russo S-400, além de ameaçá-la com sanções em diversas ocasiões, como citado em artigo da Sputnik Mundo.

O avançado sistema antiaéreo S-400 Triumph (SA-21 Growler, na classificação da OTAN) é capaz de abater alvos aéreos com tecnologia furtiva, mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos táticos e táticos-operacionais, tem um alcance de até 400 km e pertence à geração 4+, sendo duas vezes mais eficaz que seus antecessores.

Os se…

'Não há desistência' da compra dos Pantsir S1 russos pelo Brasil

Durante o café da manhã de hoje (5) com jornalistas, o ministro da Defesa do Brasil, Raul Jungmann, respondeu a duas perguntas do correspondente da Sputnik Brasil.


Sputnik

A primeira pergunta foi motivada pelos recentes rumores divulgados pela revista Veja alegando que o Brasil teria se recusado a comprar os sistemas russos de defesa antiaérea Pantsir S1. O ministro Jungmann desmentiu estas informações:


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Pantsir S1

"Em primeiro lugar, não há desistência, mas ao mesmo tempo nós não temos hoje, em função da nossa situação orçamentária e financeira, de projetar uma aquisição em um curto prazo. Então, nossa situação é de fato aguardar uma melhoria sobre o ponto de vista fiscal, particularmente no que diz respeito ao orçamento e investimentos para que então nós possamos avançar nesta discussão com os russos. Devo lembrar que nos próximos 26 e 27 [de abril] devo estar na Rússia participando do congresso sobre segurança internacional [VI Conferência de Segurança Internacional de Moscou MCIS 2017]. Oportunidade, onde poderemos conversar a respeito dessas dificuldades e desses problemas com as contrapartes russas."

O segundo assunto que o ministro aclarou à Sputnik Brasil toca na presença dos pacificadores brasileiros em outros países, nomeadamente no Haiti.

"Bom, há uma indicativa que nós vamos sair [do Haiti] até outubro. A missão deve ser encerrada, deve ser decidido seu encerramento na reunião do Conselho de Segurança da ONU, que está marcada para maio, e a expectativa é sairmos em outubro. Agora, para onde nós vamos? Estamos analisando 16 lugares. Tem cinco deles que são os mais possíveis e desses aí pelo menos três se encontram na África. Agora, a definição definitiva ainda não há", disse Raul Jungmann.

O ministro não especificou todos os países em questão, confirmando, porém, o Líbano e o Congo.

Recentemente, na mídia brasileira apareceram hipóteses de que o Líbano seja a variante mais preferível do Brasil, sendo este o país em que o Brasil já comanda o destacamento naval da ONU. Além disso, o jornalista Pedro Paulo Rezende, especialista em questões de Defesa, comentando a questão à Sputnik Brasil, disse que o interesse do Brasil pelo Líbano deve ser atribuído à enorme colônia de origem libanesa existente no país.


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