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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
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O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

'Não há desistência' da compra dos Pantsir S1 russos pelo Brasil

Durante o café da manhã de hoje (5) com jornalistas, o ministro da Defesa do Brasil, Raul Jungmann, respondeu a duas perguntas do correspondente da Sputnik Brasil.


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A primeira pergunta foi motivada pelos recentes rumores divulgados pela revista Veja alegando que o Brasil teria se recusado a comprar os sistemas russos de defesa antiaérea Pantsir S1. O ministro Jungmann desmentiu estas informações:


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Pantsir S1

"Em primeiro lugar, não há desistência, mas ao mesmo tempo nós não temos hoje, em função da nossa situação orçamentária e financeira, de projetar uma aquisição em um curto prazo. Então, nossa situação é de fato aguardar uma melhoria sobre o ponto de vista fiscal, particularmente no que diz respeito ao orçamento e investimentos para que então nós possamos avançar nesta discussão com os russos. Devo lembrar que nos próximos 26 e 27 [de abril] devo estar na Rússia participando do congresso sobre segurança internacional [VI Conferência de Segurança Internacional de Moscou MCIS 2017]. Oportunidade, onde poderemos conversar a respeito dessas dificuldades e desses problemas com as contrapartes russas."

O segundo assunto que o ministro aclarou à Sputnik Brasil toca na presença dos pacificadores brasileiros em outros países, nomeadamente no Haiti.

"Bom, há uma indicativa que nós vamos sair [do Haiti] até outubro. A missão deve ser encerrada, deve ser decidido seu encerramento na reunião do Conselho de Segurança da ONU, que está marcada para maio, e a expectativa é sairmos em outubro. Agora, para onde nós vamos? Estamos analisando 16 lugares. Tem cinco deles que são os mais possíveis e desses aí pelo menos três se encontram na África. Agora, a definição definitiva ainda não há", disse Raul Jungmann.

O ministro não especificou todos os países em questão, confirmando, porém, o Líbano e o Congo.

Recentemente, na mídia brasileira apareceram hipóteses de que o Líbano seja a variante mais preferível do Brasil, sendo este o país em que o Brasil já comanda o destacamento naval da ONU. Além disso, o jornalista Pedro Paulo Rezende, especialista em questões de Defesa, comentando a questão à Sputnik Brasil, disse que o interesse do Brasil pelo Líbano deve ser atribuído à enorme colônia de origem libanesa existente no país.


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