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Como funcionam os mísseis de micro-ondas que os EUA podem usar em caso de ataque da Coreia do Norte

Nos arredores da cidade de Albuquerque, no Estado do Novo México, uma equipe de especialistas da Força Aérea americana desenvolve uma arma pouco tradicional, mas que poderia ter um objetivo estratégico: deter os mísseis nucleares da Coreia do Norte.
Lioman Lima | BBC Mundo

Não é um armamento qualquer. Trata-se de um tipo de arma eletromagnética que não é nociva para o ser humano e cuja base de funcionamento é a mesma tecnologia de um forno micro-ondas.


E, segundo diversos especialistas em assuntos militares consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, poderia ser uma alternativa para desativar as armas nucleares de Pyongyang de forma efetiva, sem gerar grandes prejuízos.

O "Projeto de mísseis avançados de micro-ondas de alta potência de interferência eletrônica" (Champ, na sigla em inglês) prepara, em essência, projéteis que emitem ondas de altíssima frequência, capazes de fritar sistemas eletrônicos.

"Tendo em conta o estado da tecnologia no mundo moderno, em q…

Otan mobiliza batalhão multinacional na Polônia

France Presse

A Otan iniciou nesta quinta-feira oficialmente a primeira mobilização de um batalhão na Polônia, no âmbito do reforço do flanco oriental da Aliança Atlântica contra a Rússia, “uma mensagem enviada a todo agressor em potencial”. 


Otan mobiliza batalhão multinacional na Polônia
Tropas polonesas durante cerimônia de abertura para os batalhões da Otan, em Orzys, em 13 de abril de 2017 - AFP

A implantação dessas tropas “é uma clara demonstração da unidade da Otan, uma mensagem clara enviada a todo agressor em potencial”, declarou o general americano Curtis Scaparrotti, comandante supremo das forças aliadas na Europa, em uma cerimônia solene realizada em uma base militar de Orzysz (nordeste da Polônia).

No total, quatro batalhões multinacionais da Otan e uma brigada blindada americana serão instalados progressivamente no flanco oriental da aliança, entre os Países Bálticos, Polônia, Romênia, Bulgária e Hungria, em resposta à anexação da península da Crimeia pela Rússia em 2014.

Com cerca de 800 soldados, o batalhão de combate mobilizado na Polônia estará dirigido pelo exército americano, com a participação de soldados britânicos, romenos e croatas.

Serão mobilizadas unidades similares da OTAN em Estônia, Letônia e Lituânia, que deverão estar operacionais até o fim de junho.


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