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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Otan mobiliza batalhão multinacional na Polônia

France Presse

A Otan iniciou nesta quinta-feira oficialmente a primeira mobilização de um batalhão na Polônia, no âmbito do reforço do flanco oriental da Aliança Atlântica contra a Rússia, “uma mensagem enviada a todo agressor em potencial”. 


Otan mobiliza batalhão multinacional na Polônia
Tropas polonesas durante cerimônia de abertura para os batalhões da Otan, em Orzys, em 13 de abril de 2017 - AFP

A implantação dessas tropas “é uma clara demonstração da unidade da Otan, uma mensagem clara enviada a todo agressor em potencial”, declarou o general americano Curtis Scaparrotti, comandante supremo das forças aliadas na Europa, em uma cerimônia solene realizada em uma base militar de Orzysz (nordeste da Polônia).

No total, quatro batalhões multinacionais da Otan e uma brigada blindada americana serão instalados progressivamente no flanco oriental da aliança, entre os Países Bálticos, Polônia, Romênia, Bulgária e Hungria, em resposta à anexação da península da Crimeia pela Rússia em 2014.

Com cerca de 800 soldados, o batalhão de combate mobilizado na Polônia estará dirigido pelo exército americano, com a participação de soldados britânicos, romenos e croatas.

Serão mobilizadas unidades similares da OTAN em Estônia, Letônia e Lituânia, que deverão estar operacionais até o fim de junho.


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