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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Porta-aviões dos EUA se aproxima da península Coreana

Um grupo naval norte-americano liderado pelo porta-aviões nuclear USS Carl Vinson entrou na área do mar do Japão (também conhecido como mar do Leste), informa uma fonte do Ministério da Defesa do Japão.


Sputnik

Além disso, a fonte declarou ao canal de televisão NHK, que no sábado (29) à tarde (manhã no horário de Brasília) o grupo naval atravessou o Estreito de Tsushima, escoltado por destróieres das Forças de Autodefesa do Japão.

O porta-aviões norte-americano USS Carl Vinson
USS Carl Vinson © AFP 2017/ JAY DIRECTO

Segundo dados do canal, no domingo (30) ou mais tarde, a Coreia do Sul planeja realizar manobras navais no mar do Japão junto com o porta-aviões norte-americano para prevenir a ameaça proveniente da Coreia do Norte. Entretanto, destaca-se também que os exercícios militares serão efetuados após os destróieres japoneses se separarem do grupo naval de combate dos EUA.

A situação em torno da Coreia do Norte se complicou devido aos exercícios militares de grande escala de Washington e Seul, em particular, aos treinamentos que visam testar a prontidão para eliminar autoridades norte-coreanas em caso de guerra.


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