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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Rússia acusa EUA de violar leis internacionais na Síria

Moscou condena mísseis americanos contra base aérea síria como "ataque a uma nação soberana" e diz temer "danos irreparáveis" às relações EUA-Rússia.


Deutsch Welle

A Rússia condenou nesta sexta-feira (07/04) o ataque americano a uma base aérea síria como "uma agressão contra um Estado soberano em violação das leis internacionais".


Mísseil Tomahawk é disparado de destróier americano contra base aérea síria em Homs.
Mísseil Tomahawk é disparado de destróier americano contra base aérea síria em Homs.

Horas antes, navios de guerra americanos no Mar Mediterrâneo dispararam uma série de mísseis contra a base aérea de Shayrat, na cidade de Homs, de onde se acredita terem partido, na terça-feira, os caças que lançaram o ataque químico sobre Khan Cheikhoun, cuja responsabilidade Washington atribui ao presidente sírio, Bashar al-Assad.

Segundo nota do porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, o presidente russo, Vladimir Putin, classificou como "pretexto exagerado" a justificativa do governo americano para o ataque. "A atitude de Washington representa um golpe significativo para as relações Rússia-EUA, que já se encontravam em estado deplorável", dizia o comunicado, segundo o qual o ataque cria "graves obstáculos" para a criação de uma coalizão internacional contra o terrorismo.

O ministro russo do Exterior, Sergei Lavrov, também qualificou o ataque como um ato de agressão, dizendo que seu país exigirá explicações sobre a natureza da operação americana. Ele disse esperar que essa "provocação" por parte de Washington "não cause danos irreparáveis" às relações entre os dois países.

Moscou suspendeu nesta sexta-feira o tratado de segurança aérea com os militares americanos, criado a fim de evitar colisões entre aeronaves dos dois países no movimentado espaço aéreo sírio.

A Rússia acusou a oposição o regime de Assad de estocar armas químicas em Khan Cheikhoun. Segundo o Ministério russo da Defesa, os agentes tóxicos teriam sido liberados quando um ataque aéreo atingiu um arsenal de armas químicas e uma fábrica de munições dos rebeldes na cidade.

Informações preliminares divulgadas pela emissora estatal russa Rossiya 24 relatam que nove aviões foram destruídos na base aérea de Shayrat, assim como munições e depósitos de combustível. A pista de pouso, contudo, não sofreu grandes danos.



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