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Pequim acha que exercícios dos EUA e da Coreia do Sul escalam situação na região

Os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul não contribuem para a desescalação na península coreana, acrescentou na segunda (21) a representante oficial Hua Chunying.
Sputnik

Os exercícios conjuntos Ulchi Freedom Guardian (UFG) se iniciaram na Coreia do Sul na segunda-feira. 


"Os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul não contribuem para a desescalação da situação na península coreana, bem como para os esforços das partes no sentido de realizar negociações", comunicou Hua Chunying durante o briefing.

Ela chamou os EUA, a Coreia do Sul e os outros países a darem passos construtivos que contribuam para o reinício das negociações e para a regularização racional do problema nuclear da península Coreana.

Cerca de 50 mil militares sul-coreanos e 17 mil norte-americanos participam dos exercícios.

Anteriormente havia sido comunicado que os EUA e a Coreia do Sul acordaram influenciar Pyongyang com o deslocamento de armas estratégicas norte-americanas – submarinos nuclear…

Rússia acusa EUA de violar leis internacionais na Síria

Moscou condena mísseis americanos contra base aérea síria como "ataque a uma nação soberana" e diz temer "danos irreparáveis" às relações EUA-Rússia.


Deutsch Welle

A Rússia condenou nesta sexta-feira (07/04) o ataque americano a uma base aérea síria como "uma agressão contra um Estado soberano em violação das leis internacionais".


Mísseil Tomahawk é disparado de destróier americano contra base aérea síria em Homs.
Mísseil Tomahawk é disparado de destróier americano contra base aérea síria em Homs.

Horas antes, navios de guerra americanos no Mar Mediterrâneo dispararam uma série de mísseis contra a base aérea de Shayrat, na cidade de Homs, de onde se acredita terem partido, na terça-feira, os caças que lançaram o ataque químico sobre Khan Cheikhoun, cuja responsabilidade Washington atribui ao presidente sírio, Bashar al-Assad.

Segundo nota do porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, o presidente russo, Vladimir Putin, classificou como "pretexto exagerado" a justificativa do governo americano para o ataque. "A atitude de Washington representa um golpe significativo para as relações Rússia-EUA, que já se encontravam em estado deplorável", dizia o comunicado, segundo o qual o ataque cria "graves obstáculos" para a criação de uma coalizão internacional contra o terrorismo.

O ministro russo do Exterior, Sergei Lavrov, também qualificou o ataque como um ato de agressão, dizendo que seu país exigirá explicações sobre a natureza da operação americana. Ele disse esperar que essa "provocação" por parte de Washington "não cause danos irreparáveis" às relações entre os dois países.

Moscou suspendeu nesta sexta-feira o tratado de segurança aérea com os militares americanos, criado a fim de evitar colisões entre aeronaves dos dois países no movimentado espaço aéreo sírio.

A Rússia acusou a oposição o regime de Assad de estocar armas químicas em Khan Cheikhoun. Segundo o Ministério russo da Defesa, os agentes tóxicos teriam sido liberados quando um ataque aéreo atingiu um arsenal de armas químicas e uma fábrica de munições dos rebeldes na cidade.

Informações preliminares divulgadas pela emissora estatal russa Rossiya 24 relatam que nove aviões foram destruídos na base aérea de Shayrat, assim como munições e depósitos de combustível. A pista de pouso, contudo, não sofreu grandes danos.



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