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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Rússia acusa EUA de violar leis internacionais na Síria

Moscou condena mísseis americanos contra base aérea síria como "ataque a uma nação soberana" e diz temer "danos irreparáveis" às relações EUA-Rússia.


Deutsch Welle

A Rússia condenou nesta sexta-feira (07/04) o ataque americano a uma base aérea síria como "uma agressão contra um Estado soberano em violação das leis internacionais".


Mísseil Tomahawk é disparado de destróier americano contra base aérea síria em Homs.
Mísseil Tomahawk é disparado de destróier americano contra base aérea síria em Homs.

Horas antes, navios de guerra americanos no Mar Mediterrâneo dispararam uma série de mísseis contra a base aérea de Shayrat, na cidade de Homs, de onde se acredita terem partido, na terça-feira, os caças que lançaram o ataque químico sobre Khan Cheikhoun, cuja responsabilidade Washington atribui ao presidente sírio, Bashar al-Assad.

Segundo nota do porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, o presidente russo, Vladimir Putin, classificou como "pretexto exagerado" a justificativa do governo americano para o ataque. "A atitude de Washington representa um golpe significativo para as relações Rússia-EUA, que já se encontravam em estado deplorável", dizia o comunicado, segundo o qual o ataque cria "graves obstáculos" para a criação de uma coalizão internacional contra o terrorismo.

O ministro russo do Exterior, Sergei Lavrov, também qualificou o ataque como um ato de agressão, dizendo que seu país exigirá explicações sobre a natureza da operação americana. Ele disse esperar que essa "provocação" por parte de Washington "não cause danos irreparáveis" às relações entre os dois países.

Moscou suspendeu nesta sexta-feira o tratado de segurança aérea com os militares americanos, criado a fim de evitar colisões entre aeronaves dos dois países no movimentado espaço aéreo sírio.

A Rússia acusou a oposição o regime de Assad de estocar armas químicas em Khan Cheikhoun. Segundo o Ministério russo da Defesa, os agentes tóxicos teriam sido liberados quando um ataque aéreo atingiu um arsenal de armas químicas e uma fábrica de munições dos rebeldes na cidade.

Informações preliminares divulgadas pela emissora estatal russa Rossiya 24 relatam que nove aviões foram destruídos na base aérea de Shayrat, assim como munições e depósitos de combustível. A pista de pouso, contudo, não sofreu grandes danos.



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