Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Como funcionam os mísseis de micro-ondas que os EUA podem usar em caso de ataque da Coreia do Norte

Nos arredores da cidade de Albuquerque, no Estado do Novo México, uma equipe de especialistas da Força Aérea americana desenvolve uma arma pouco tradicional, mas que poderia ter um objetivo estratégico: deter os mísseis nucleares da Coreia do Norte.
Lioman Lima | BBC Mundo

Não é um armamento qualquer. Trata-se de um tipo de arma eletromagnética que não é nociva para o ser humano e cuja base de funcionamento é a mesma tecnologia de um forno micro-ondas.


E, segundo diversos especialistas em assuntos militares consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, poderia ser uma alternativa para desativar as armas nucleares de Pyongyang de forma efetiva, sem gerar grandes prejuízos.

O "Projeto de mísseis avançados de micro-ondas de alta potência de interferência eletrônica" (Champ, na sigla em inglês) prepara, em essência, projéteis que emitem ondas de altíssima frequência, capazes de fritar sistemas eletrônicos.

"Tendo em conta o estado da tecnologia no mundo moderno, em q…

Rússia possui dados sobre provocações com uso de armas químicas em preparação na Síria

Hoje (11), durante a coletiva de imprensa conjunta com presidente italiano, Vladimir Putin declarou que a Rússia dispõe de informações de que estão sendo preparadas novas provocações com uso de armas químicas na Síria, inclusive em Damasco.


Sputnik

"Temos informações de várias fontes que provocações, não há outra forma de dizer, parecidas estão sendo preparadas nos subúrbios do sul de Damasco, onde estão planejando mais uma vez jogar uma substância e depois acusar autoridades sírias de usá-la", disse Putin a jornalistas.


Presidente rússo, Vladimir Putin, duranta coletiva de imprensa conjunta com Sergio Mattarella, presidente da Itália
Vladimir Putin © Sputnik/ Sergei Guneev

Além disso, o líder russo destacou que os últimos acontecimentos lembram muito os do ano de 2003, quando os EUA começaram sua campanha no Iraque.

"Discutimos isso com presidente italiano. Eu disse que para mim tudo lembra muito os acontecimentos de 2003, quando representantes dos EUA mostraram no Conselho de Segurança da ONU arma química encontrada legalmente no Iraque. Logo depois começou a campanha no Iraque e tudo acabou com destruição do país e aumento da ameaça terrorista, surgimento do Daesh [grupo terrorista, proibido na Rússia] na arena internacional", disse Putin.

Para descrever a situação Putin usou frase de livro soviético famoso: "Que chato, galera!"

Ao falar sobre o presidente norte-americano, Vladimir Putin afirmou que a Rússia está pronta para ser paciente e espera que a situação tenha final positivo.



Postar um comentário