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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Rússia retirou metade do seu grupo aéreo de base na Síria

Rússia retirou quase metade do seu grupo aéreo que estava inicialmente instalado na base militar síria de Hmeymim, declarou o chefe da Direção Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, coronel-general Sergei Rudskoy.


Sputnik

"O número de organizações terroristas na Síria tem sido reduzido, permitindo, assim, a retirada de quase metade dos nossos aviões que estavam instalados na base aérea de Hmeymim", declarou Rudskoy na abertura da VI Conferência de Segurança Internacional de Moscou. 



Aviões russos deixam Síria
Aeronaves russas deixam a Síria © Sputnik. 

"A base em Hmeymim e o ponto de suporte em Tartus permitem conter o terrorismo não só na Síria, mas também em outros países", declarou o Estado-Maior russo.

Além disso, Rudskoy sublinhou que desde o início da operação militar na Síria, a Força Aeroespacial russa realizou mais de 23 mil voos de combate e efetuou cerca de 77 mil ataques aéreos contra as posições de militantes.

O conflito armado na Síria continua desde 2011. Segundo dados da ONU, o combate resultou na morte de 220 mil pessoas. Ao pedido do presidente sírio, Bashar Assad, a Força Aeroespacial da Rússia presta apoio às autoridades do país para combater o terrorismo. Graças à ajuda russa, Damasco conseguiu se proteger e iniciar contraofensiva em direções cruciais.


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