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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Tayyip Erdogan: Turquia apoiará possível operação dos EUA na Síria

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou hoje que o seu país dará apoio aos Estados Unidos se Washington decidir lançar uma nova operação militar na Síria, conforme cogitou o líder americano, Donald Trump.


Sputnik

Na última quarta-feira, os EUA anunciaram que estavam considerando uma ação militar unilateral na Síria por conta do recente ataque com arma química em Idlib, mas não explicaram que tipo de operação seria essa. Atualmente, os americanos lideram uma coalizão internacional composta por dezenas de parceiros na luta contra o grupo terrorista Daesh tanto na Síria como no Iraque. 


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Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia

Forças da oposição síria acusam o governo de estar por trás do ataque, que deixou cerca de 80 mortos e mais de 200 feridos. O presidente Bashar Assad, que concordou com autoridades internacionais em destruir todas as armas químicas do país em 2013, afirma que o regime não é responsável por esse crime e que nunca atacou o seu próprio povo.

Até o momento, não foram encontradas evidências ligando o Exército Árabe Sírio a esse ataque, motivo que levou a Rússia a pedir mais responsabilidade por parte do Ocidente antes de fazer acusações. No entanto, Donald Trump, convicto da culpa de Assad, disse que esse incidente não será tolerado e que sua atitude em relação ao presidente sírio mudou.



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