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Turquia acionará judicialmente os EUA, caso entregas dos F-35 sejam bloqueadas

Segundo o porta-voz do presidente turco, Ibrahim Kalin, a Turquia recorrerá a medidas jurídicas caso as entregas dos F-35 sejam bloqueadas pelos EUA.
Sputnik

Ibrahim Kalin citou para a mídia turca que "não é nada fácil rescindir este contrato, somos parte de um contrato multilateral, cumprimos com todas as exigências e pagamos, caso os EUA não cumpram, recorreremos à lei".

O Congresso americano decidiu recentemente suspender as entregas dos caças americanos de quinta geração F-35 à Turquia devido aos planos de Ancara de adquirir o sistema de defesa antiaérea russo S-400, além de ameaçá-la com sanções em diversas ocasiões, como citado em artigo da Sputnik Mundo.

O avançado sistema antiaéreo S-400 Triumph (SA-21 Growler, na classificação da OTAN) é capaz de abater alvos aéreos com tecnologia furtiva, mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos táticos e táticos-operacionais, tem um alcance de até 400 km e pertence à geração 4+, sendo duas vezes mais eficaz que seus antecessores.

Os se…

Tayyip Erdogan: Turquia apoiará possível operação dos EUA na Síria

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou hoje que o seu país dará apoio aos Estados Unidos se Washington decidir lançar uma nova operação militar na Síria, conforme cogitou o líder americano, Donald Trump.


Sputnik

Na última quarta-feira, os EUA anunciaram que estavam considerando uma ação militar unilateral na Síria por conta do recente ataque com arma química em Idlib, mas não explicaram que tipo de operação seria essa. Atualmente, os americanos lideram uma coalizão internacional composta por dezenas de parceiros na luta contra o grupo terrorista Daesh tanto na Síria como no Iraque. 


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Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia

Forças da oposição síria acusam o governo de estar por trás do ataque, que deixou cerca de 80 mortos e mais de 200 feridos. O presidente Bashar Assad, que concordou com autoridades internacionais em destruir todas as armas químicas do país em 2013, afirma que o regime não é responsável por esse crime e que nunca atacou o seu próprio povo.

Até o momento, não foram encontradas evidências ligando o Exército Árabe Sírio a esse ataque, motivo que levou a Rússia a pedir mais responsabilidade por parte do Ocidente antes de fazer acusações. No entanto, Donald Trump, convicto da culpa de Assad, disse que esse incidente não será tolerado e que sua atitude em relação ao presidente sírio mudou.



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