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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Turquia anuncia fim bem sucedido da operação 'Escudo do Eufrates' na Síria

O Conselho Nacional de Segurança da Turquia anunciou o fim da campanha militar "Escudo do Eufrates" no norte da Síria.


Sputnik

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, participou da reunião do Conselho Nacional de Segurança da Turquia. 


Soldados do exército turco guardam a área na praça Taksim, no centro de Istambul, durante uma manifestação pró-Erdogan em 16 de julho de 2016
Soldados turcos © AP Photo/ Emrah Gurel

"Notou-se que a operação 'Escudo do Eufrates', iniciada com o objetivo de garantir a segurança nacional, impedindo a ameaça do Daesh (autodenominado Estado Islâmico, proibido na Rússia e em vários outros países) e o retorno dos refugiados sírios às suas casas, foi concluída com êxito", lê-se a declaração do Conselho Nacional de Segurança da Turquia.

Em agosto do ano passado, forças turcas, apoiadas por rebeldes do Exército Sírio Livre e aeronaves da coalizão liderada pelos EUA, iniciaram uma operação militar chamada de "Escudo do Eufrates" para limpar a cidade fronteiriça síria de Jarablus e a área circundante do grupo terrorista Daesh.

A campanha foi a primeira incursão da Turquia na Síria. A operação foi amplamente criticada pelos curdos sírios e por Damasco, que acusaram Ancara de violar a integridade territorial da Síria.

Como Jarablus foi retomada, as forças conjuntas de Ancara, a coalizão e os rebeldes sírios continuaram a ofensiva a sudoeste. Em novembro, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, fez uma observação controversa, dizendo que a operação militar das forças armadas turcas na Síria foi projetada para acabar com o governo de Bashar Assad.

Mais tarde o líder turco se redimiu, não sem antes pedir a renúncia imediata de Assad.

Cooperação com a Rússia

No final de fevereiro, o Chefe do Estado-Maior Geral da Turquia, Hulusi Akar, disse que a cidade de al-Bab estava sob controle e que os objetivos da operação do Escudo do Eufrates na Síria foram alcançados.

Durante a operação para libertar al-Bab do Daesh, os aviões militares russos e turcos bombardearam conjuntamente os alvos dos terroristas pela primeira vez. A campanha foi aprovada pelas autoridades sírias.

Al-Bab era um dos últimos bastiões remanescentes do Daesh perto da fronteira turca. Capturar a cidade é de importância estratégica para a Turquia, a fim de evitar que curdos sírios a conquistem e a unifiquem a seu próprio território.



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