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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

EUA confirmam que escudo antimísseis THAAD já está funcionando na em Seul

EFE

O Exército dos Estados Unidos confirmou nesta terça-feira que seu polêmico escudo antimísseis THAAD já está em funcionamento na Coreia do Sul, em um momento de enorme tensão na península coreana por causa das repetidos testes de armamento realizados pela Coreia do Norte.


Foto de arquivo do sistema THAAD, cedida pelo Departamento de Defesa dos EUA. EFE/Agência de Defesa de Mísseis - Departamento de Defesa
Foto de arquivo do sistema THAAD, cedida pelo Departamento de Defesa dos EUA. EFE/Agência de Defesa de Mísseis - Departamento de Defesa

"As Forças dos EUA na Coreia confirmam que o Sistema de Defesa Terminal de Área a Grande Altitude (THAAD) está funcionando e tem a capacidade de interceptar mísseis norte-coreanos e defender a República da Coreia (nome oficial da Coreia do Sul)", afirma um comunicado enviado por e-mail à Agência Efe.

O anúncio, assinado pelo coronel Richard Manning, chega apenas uma semana depois que o THAAD começasse a ser instalado em um antigo campo de golfe na região de Seongju (centro do país).

A implantação do THAAD, que foi acordado entre Coreia do Sul e EUA em julho do ano passado, tem como objetivo responder o número recorde de testes de mísseis que Pyongyang realizou em 2016, entre eles o de um foguete espacial, considerado pela comunidade internacional como um teste de míssil disfarçado.

Sua entrada em fase operacional coincide com um clima de crescente tensão na península por conta da insistência ainda maior da Coreia do Norte em lançar mísseis balísticos (o último foi disparado no último sábado, no que seria o terceiro teste em menos de um mês).

Além disso, o THAAD esteve rodeado de polêmica e não apenas questionado pelos agricultores de Seongju, que se mostram preocupados pela possibilidade da região se tornar em alvo de ataques norte-coreanos e também pelos efeitos que os potentes radares do escudo tenham sobre sua saúde e nas plantações.

Muitos sul-coreanos acreditam que a implantação está sendo feita de maneira precipitada e que foi aprovado por um governo deposto por um caso de corrupção, no caso a ex-presidente Park Geun-hye, postura que defende o candidato favorito à presidência, Moon Jae-in, que já falou sobre uma possível revisão do acordo.


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