Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Rússia contesta alegação da HRW de uso de armas químicas na Síria

O Ministério da Defesa da Rússia contestou o relatório divulgado nesta segunda-feira pela organização não-governamental Humam Rights Watch (HRW) que assegurou que houve uso de armas químicas por parte do regime sírio de Bashar Assad.


Sputnik

Segundo as autoridades russas, as munições das forças sírias não foram equipadas ou projetadas para lançar produtos químicos como o gás sarin. A contestação aconteceu nesta terça-feira. 


Homem com máscara de oxigênio depois do alegado ataque químico na cidade de Khan Shaykhun,em Idlib, Síria, em 4 de 2017
Sírios após o alegado ataque químico em Khan Cheikhoun © REUTERS/ Ammar Abdullah

A HRW apontou que ocorreram ataques “generalizados e sistemáticos” com armas químicas contra civis na Síria. Os incidentes teriam acontecido em quatro ocasiões diferentes desde dezembro, segundo a ONG.

“Nos últimos seis meses, o governo usou aviões de guerra, helicópteros e forças terrestres para lançar cloro e sarin em Damasco, Hama, Idlib e Aleppo”, afirmou o diretor-executivo da HRW, Kenneth Roth.

O uso de armas químicas estaria, de acordo com a ONG, se tornando “a parte central da estratégia militar síria”.

No episódio mais recente em 4 de abril, um incidente com armas químicas matou 80 pessoas – incluindo 30 crianças – e feriu outras 200 em Khan Shaykhun. Acusado pelo ataque, o governo liderado por Bashar Assad negou ter sido o responsável.

Em represália, os Estados Unidos lançaram 59 mísseis Tomahawk a partir de navios de guerra atracados no Mar Mediterrâneo contra a base síria de Shayrat, na província síria de Homs, no dia 7 de abril.

O governo sírio sempre negou o uso de armas químicas. Uma fonte do Exército sírio disse à Sputnik que as forças do governo não possuem armas químicas em seu arsenal. A ataque químico teria sido coordenado por militantes contrários ao regime de Assad.

A HRW diz ter encontrado vestígios em uma cratera atingida pela bomba química em Khan Shaykhun que seriam de uma bomba fabricada pela União Soviética, esta utilizada para empregar armamento químico.

De acordo com o Ministério da Defesa russo, a arma em questão apontada pela HRW (Hab-250) nunca foi exportada e está fora de uso há muito tempo. O Kremlin reforçou ainda que a chegada de especialistas à região de Idlib nos próximos dias ajudará a esclarecer o que houve em 4 de abril.



Postar um comentário