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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia, Turquia e Irã assinam em Astana acordo sobre zonas seguras a Síria

EFE

Rússia, Turquia e Irã combinaram nesta quinta-feira a criação de zonas seguras na Síria, durante as negociações sobre o cessar-fogo realizadas em Astana, capital do Cazaquistão, com a participação de representantes do governo de Damasco e da oposição armada.


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"Como resultado (da quarta rodada de negociações sobre o cessar-fogo), os países fiadores aceitaram assinar o memorando para criar zonas de redução de tensão na Síria", disse o ministro das Relações Exteriores do Cazaquistão, Kayrat Abdrakhmanov.

Dois membros da delegação opositora abandonaram a reunião plenária em protesto pela presença do Irã como país fiador, enquanto a maior parte dos opositores assistiu à cerimônia.

"O Irã não tem o direito de assinar este documento porque é um país agressor", gritou um deles em árabe em pleno discurso de Abdrakhmanov.

Já após a assinatura do memorando, o chefe da delegação governamental síria em Astana, Bashar Al Jafaari, disse à Agência Efe que a saída dos dois membros da oposição "não tem maior importância" e que suas acusações contra o Irã são "pura falácia".

O chefe da diplomacia cazaque anunciou que a quinta rodada de negociações em Astana será realizada em meados de julho, enquanto as consultas prévias a essa reunião acontecerão em Ancara.

O enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, participa das conversações para apoiar os esforços para consolidar o cessar-fogo.

Os países do Conselho de Segurança da ONU reiteraram recentemente que Genebra se mantém como o centro das negociações políticas para pôr fim ao conflito sírio, enquanto que em Astana são discutidos aspetos de ordem militar.



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