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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Rússia, Turquia e Irã assinam em Astana acordo sobre zonas seguras a Síria

EFE

Rússia, Turquia e Irã combinaram nesta quinta-feira a criação de zonas seguras na Síria, durante as negociações sobre o cessar-fogo realizadas em Astana, capital do Cazaquistão, com a participação de representantes do governo de Damasco e da oposição armada.


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"Como resultado (da quarta rodada de negociações sobre o cessar-fogo), os países fiadores aceitaram assinar o memorando para criar zonas de redução de tensão na Síria", disse o ministro das Relações Exteriores do Cazaquistão, Kayrat Abdrakhmanov.

Dois membros da delegação opositora abandonaram a reunião plenária em protesto pela presença do Irã como país fiador, enquanto a maior parte dos opositores assistiu à cerimônia.

"O Irã não tem o direito de assinar este documento porque é um país agressor", gritou um deles em árabe em pleno discurso de Abdrakhmanov.

Já após a assinatura do memorando, o chefe da delegação governamental síria em Astana, Bashar Al Jafaari, disse à Agência Efe que a saída dos dois membros da oposição "não tem maior importância" e que suas acusações contra o Irã são "pura falácia".

O chefe da diplomacia cazaque anunciou que a quinta rodada de negociações em Astana será realizada em meados de julho, enquanto as consultas prévias a essa reunião acontecerão em Ancara.

O enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, participa das conversações para apoiar os esforços para consolidar o cessar-fogo.

Os países do Conselho de Segurança da ONU reiteraram recentemente que Genebra se mantém como o centro das negociações políticas para pôr fim ao conflito sírio, enquanto que em Astana são discutidos aspetos de ordem militar.



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