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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Analista sírio: perspectivas da Síria mudaram depois da reunião de Putin e Trump

Conselheiro político do governo e acadêmico sírio, Suleiman al-Suleiman, afirmou à agência Sputnik que o encontro dos presidentes russo e americano em Hamburgo dividiram a situação na Síria em dois períodos históricos.


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"Antes da realização da cúpula do G20 em Hamburgo, a comunidade internacional estava contra o governo e o exército da Síria. Todos diziam que [apoio ao Assad] era uma linha vermelha, impossível de ultrapassar. Não havia intenções de interromper o financiamento de terroristas pelos países do golfo Pérsico e a fronteira da Turquia com a Síria estava completamente aberta para os militantes", disse o especialista.

Vladimir Putin e Donald Trump se reúnem pela primeira vez na cúpula do G20
Vladimir Putin e Donald Trump na cúpula do G20 © AP Photo/ Evan Vucci

"Depois da cúpula em Hamburgo e do acordo sobre as zonas de segurança vemos que os esforços dos americanos não tiveram sucesso, eles não conseguiram o que queriam", explicou Suleiman.

O conselheiro do governo revelou que "EUA e Israel estavam planejando uma operação militar contra a Síria, que deveria ter sido realizada entre 2 e 4 de julho deste ano".

"Isso não aconteceu, pois surgiu a informação sobre a prontidão dos sistemas russos S-400. E logo em seguida aconteceu a reunião em Hamburgo, onde foi celebrado um acordo de cooperação entre a Rússia e os EUA" explicou o interlocutor da agência.

Segundo ele, existem todas as condições para um processo de paz na Síria, mas o exército continua alerta e está pronto para repelir qualquer ataque contra a soberania do país.


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