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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
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"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

Analista sírio: perspectivas da Síria mudaram depois da reunião de Putin e Trump

Conselheiro político do governo e acadêmico sírio, Suleiman al-Suleiman, afirmou à agência Sputnik que o encontro dos presidentes russo e americano em Hamburgo dividiram a situação na Síria em dois períodos históricos.


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"Antes da realização da cúpula do G20 em Hamburgo, a comunidade internacional estava contra o governo e o exército da Síria. Todos diziam que [apoio ao Assad] era uma linha vermelha, impossível de ultrapassar. Não havia intenções de interromper o financiamento de terroristas pelos países do golfo Pérsico e a fronteira da Turquia com a Síria estava completamente aberta para os militantes", disse o especialista.

Vladimir Putin e Donald Trump se reúnem pela primeira vez na cúpula do G20
Vladimir Putin e Donald Trump na cúpula do G20 © AP Photo/ Evan Vucci

"Depois da cúpula em Hamburgo e do acordo sobre as zonas de segurança vemos que os esforços dos americanos não tiveram sucesso, eles não conseguiram o que queriam", explicou Suleiman.

O conselheiro do governo revelou que "EUA e Israel estavam planejando uma operação militar contra a Síria, que deveria ter sido realizada entre 2 e 4 de julho deste ano".

"Isso não aconteceu, pois surgiu a informação sobre a prontidão dos sistemas russos S-400. E logo em seguida aconteceu a reunião em Hamburgo, onde foi celebrado um acordo de cooperação entre a Rússia e os EUA" explicou o interlocutor da agência.

Segundo ele, existem todas as condições para um processo de paz na Síria, mas o exército continua alerta e está pronto para repelir qualquer ataque contra a soberania do país.


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