Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

BRABAT faz reconhecimento na região Sul do Haiti

DefesaNet

O 26º contingente do Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 26) desdobrou seu Destacamento de Resposta Inicial (DRI) em avaliação de desastres na região Sul do Haiti, especificamente, nas localidades de Les Cayes, Jeremie, Port Salut e Dame Marie, durante o período de 16 a 21 de junho.


Foto: BRABAT 26 / EB

A montagem e a preparação do DRI feita no Brasil, sob a coordenação da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel), foi baseada na nota de coordenação doutrinária do Estado-Maior do Exército, que trata sobre a Força de Ajuda Humanitária, e também nas experimentações doutrinárias conduzidas pelo Comando Militar do Nordeste em 2015.

Com enfoque no reconhecimento e preparação para uma efetiva resposta da MINUSTAH, em caso de o país caribenho ser novamente atingido por um furacão, o DRI foi apresentado à Organização das Nações Unidas (ONU) com o nome deDisaster Assessment Team (DAT). A preocupação se dá devido ao fato de a temporada de furacões no Haiti ter iniciado em junho, com previsão de se estender até novembro.

A tropa, integrada por 36 militares e dois assistentes linguísticos haitianos, percorreu essas cidades e regiões próximas, levantando as necessidades e meios disponíveis nas áreas de logística, comando e controle, coordenações com agências governamentais e Organizações Não Governamentais, inteligência, proteção, engenharia e saúde. Essas ações tiveram por finalidade um possível desdobramento de tropas em apoio à ajuda humanitária e a montagem de um banco de dados para ser consultado pelo Office for the Coordenation of Humanitarian Affairs (OCHA) e pela MINUSTAH, em caso da ocorrência de um desastre em uma região já afetada. Em outubro de 2016, o furacão Matthew atingiu o Sul do país, deixando grande quantidade de vítimas.

O Haiti teve cerca de 230.000 mortes, ao longo dos últimos 20 anos, causadas por desastres naturais, configurando-se no país com o maior número de vítimas fatais por catástrofes desse gênero, segundo relatório da ONU, divulgado em 13 de outubro de 2016.


Postar um comentário