Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Casa Branca envia 'falcão' à Ucrânia para mediar a crise

A Casa Branca nomeou o ex-embaixador dos EUA junto à OTAN, Kurt Volker, como seu representante especial para a resolução do conflito na Ucrânia.


Sputnik

Formalmente, o cargo de enviado especial à Ucrânia só agora foi criado, mas na realidade, de acordo com o artigo de Andrei Rezchikov para o diário russo Vzglyad, Volker é o sucessor da ex-secretária adjunta do Departamento de Estado para a Europa e Eurásia, Victoria Nuland, famosa por distribuir doces entre os ativistas de Maidan em 2014.


Protesto na Praça Maidan em Kiev, 22 de fevereiro
Protesto na praça Maidan, em Kiev, Ucrânia © Sputnik/ Andrei Stenin

Volker coordenará os esforços do Departamento de Estado dos EUA para conseguir "a normalização do conflito ucraniano". Em particular, tal como Nuland, o americano terá que entrar em contato com o assessor presidencial russo Vladislav Surkov.

Volker foi designado para seu cargo poucas horas antes da reunião entre o presidente americano, Donald Trump, e seu homólogo russo, Vladimir Putin, nas margens na cúpula do G20.

Para Rezchikov, Volker é um típico "falcão" de Washington.

"O fato de que o nomearam é um sinal de que esta administração leva muito a sério o tema ucraniano", indicou o ex-embaixador dos EUA em Kiev, John E.Herbst.

Em janeiro deste ano, Nuland e vários outros conhecidos representantes do Departamento de Estado se recusaram a trabalhar com a administração de Trump. Ao longo de todo esse tempo, a direção ucraniana do Departamento de Estado, de fato, permaneceu vacante, informa Rezchikov.

De acordo com o analista russo, o sucessor de Nuland é uma pessoa "interessante".

Em 2008, foi nomeado embaixador dos EUA junto à OTAN e manteve esta posição sob a presidência de George W. Bush e Barack Obama. Depois de se retirar do serviço público, trabalhou na consultoria de Washington BGR Group, associada com o Partido Republicano. Foi precisamente esta empresa que se dedicou a promover os interesses de Pyotr Poroshenko na equipe de Trump.

Recentemente, Volker trabalhou como diretor do Instituto de Ciências Políticas, criado pelo senador republicano John McCain no Arizona. Várias mídias comunicaram que esta entidade estaria sendo financiada por George Soros, da família Rothschild, lobistas iranianos e sauditas.

Moscou, por sua vez, está à espera da visita de Volker à Rússia, sublinhou o chanceler russo, Sergei Lavrov.

O vice-ministro das Relações Exteriores russo, Grigory Karasin, afirmou à Sputnik que Moscou espera que a designação de Volker torne mais frutíferos os contatos entre a Rússia e os EUA para exercer influência sobre Kiev e que esta cumpra seus compromissos.

Segundo frisou Rezchikov, se antes Washington e Moscou se comunicavam sobre a Ucrânia através da linha Surkov-Nuland, durante a cúpula do G20 Putin e Trump acordaram em estabelecer um canal bidirecional sobre a Ucrânia.



Postar um comentário