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Kim Jong-un: Após 'declaração de guerra feroz', Trump e os EUA pagarão caro

Em um raro pronunciamento, o líder norte-coreano Kim Jong-un disse nesta sexta-feira (horário local) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu povo "pagarão caro"pelas “palavras excêntricas” que pregaram a destruição da Coreia do Norte.
Sputnik

Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Trump afirmou que os EUA estão prontos para a "destruição total" da Coreia do Norte, caso isso se faça necessário.


Além disso, o presidente estadunidense chamou Kim de "Homem Foguete", pelo que considera uma "tática suicida" de provocações contra Washington e o resto dos seus aliados na Ásia.

"Agora estou pensando muito sobre a resposta que ele poderia ter esperado quando ele se permitiu que palavras tão excêntricas tropeçassem da sua língua", disse Kim, em declarações reproduzidas pela Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).

"Qualquer coisa que Trump possa ter esperado, ele enfrentará resultados além de suas expectativas. Eu vou, …

China envia caças e navios militares para alertar embarcação dos EUA

A China protestou contra a presença do contratorpedeiro USS Stethem no mar do sul da China neste domingo (2). Pequim acusa Washington de violar sua soberania.


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De acordo com o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, o USS Stethem ultrapassou as águas territoriais chinesas nas Ilhas Xisha/Paracel no mar do sul da China.


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O contratorpedeiro 'USS Stethem' em foto de 22 de março na península coreana (Foto: U.S. Navy/Mass Communication Specialist 3rd Class Kurtis A. Hatcher/Reuters)

Por sua vez, Pequim "despachou navios militares e aviões de combate em resposta para alertar o navio dos EUA".

A chancelaria chinesa exortou os EUA a "parar imediatamente esse tipo de operações provocativas que violam a soberania da China e ameaçam a segurança da China", acrescentando que Pequim continuará a tomar medidas para defender a sua soberania nacional.

O mar do sul da China, onde ficam as Ilhas Xisha/Paracel, é uma região disputada por Brunei, China, Malásia, Taiwan, Filipinas e Vietnã — há suspeitas de que o local conta com vastos recursos energéticos. As autoridades chinesas reivindicam 90% da área e repetidamente afirmam que as atividades do país na região são um direito soberano de Pequim.

Com frequência, os EUA realizam "operações de livre navegação" — colocar embarcações para circular dentro do limite de 12 milhas náuticas das ilhas do mar do sul e do leste da China. Pequim condena a atitude.



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