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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

China envia caças e navios militares para alertar embarcação dos EUA

A China protestou contra a presença do contratorpedeiro USS Stethem no mar do sul da China neste domingo (2). Pequim acusa Washington de violar sua soberania.


Sputnik

De acordo com o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, o USS Stethem ultrapassou as águas territoriais chinesas nas Ilhas Xisha/Paracel no mar do sul da China.


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O contratorpedeiro 'USS Stethem' em foto de 22 de março na península coreana (Foto: U.S. Navy/Mass Communication Specialist 3rd Class Kurtis A. Hatcher/Reuters)

Por sua vez, Pequim "despachou navios militares e aviões de combate em resposta para alertar o navio dos EUA".

A chancelaria chinesa exortou os EUA a "parar imediatamente esse tipo de operações provocativas que violam a soberania da China e ameaçam a segurança da China", acrescentando que Pequim continuará a tomar medidas para defender a sua soberania nacional.

O mar do sul da China, onde ficam as Ilhas Xisha/Paracel, é uma região disputada por Brunei, China, Malásia, Taiwan, Filipinas e Vietnã — há suspeitas de que o local conta com vastos recursos energéticos. As autoridades chinesas reivindicam 90% da área e repetidamente afirmam que as atividades do país na região são um direito soberano de Pequim.

Com frequência, os EUA realizam "operações de livre navegação" — colocar embarcações para circular dentro do limite de 12 milhas náuticas das ilhas do mar do sul e do leste da China. Pequim condena a atitude.



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