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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

China envia caças e navios militares para alertar embarcação dos EUA

A China protestou contra a presença do contratorpedeiro USS Stethem no mar do sul da China neste domingo (2). Pequim acusa Washington de violar sua soberania.


Sputnik

De acordo com o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, o USS Stethem ultrapassou as águas territoriais chinesas nas Ilhas Xisha/Paracel no mar do sul da China.


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O contratorpedeiro 'USS Stethem' em foto de 22 de março na península coreana (Foto: U.S. Navy/Mass Communication Specialist 3rd Class Kurtis A. Hatcher/Reuters)

Por sua vez, Pequim "despachou navios militares e aviões de combate em resposta para alertar o navio dos EUA".

A chancelaria chinesa exortou os EUA a "parar imediatamente esse tipo de operações provocativas que violam a soberania da China e ameaçam a segurança da China", acrescentando que Pequim continuará a tomar medidas para defender a sua soberania nacional.

O mar do sul da China, onde ficam as Ilhas Xisha/Paracel, é uma região disputada por Brunei, China, Malásia, Taiwan, Filipinas e Vietnã — há suspeitas de que o local conta com vastos recursos energéticos. As autoridades chinesas reivindicam 90% da área e repetidamente afirmam que as atividades do país na região são um direito soberano de Pequim.

Com frequência, os EUA realizam "operações de livre navegação" — colocar embarcações para circular dentro do limite de 12 milhas náuticas das ilhas do mar do sul e do leste da China. Pequim condena a atitude.



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