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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
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Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

China espera que os EUA ponham fim às provocações no mar do Sul da China

A China espera que a Marinha dos EUA evite incidentes provocadores no mar do Sul da China, que podem afetar as relações entre Pequim e Washington, disse o representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang.


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Mais cedo, a agência Reuters, com referência a dois funcionários norte-americanos, informou que um caça chinês J-10 interceptou um avião da Marinha dos EUA no domingo (23), se aproximando dele a uma distância de cerca de 91 metros.


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Caça chinês Chengdu J-10


"Quanto à parte técnica, posso remetê-los para as autoridades competentes mas, por uma questão de princípio, queria dizer que a parte chinesa sempre segue os princípios e regras internacionais para garantir a segurança dos voos sobre o mar. Sempre temos estabelecido ativamente a confiança mútua com os países em questão para lidar com divergências de forma construtiva", disse Lu Kang.

O diplomata acrescentou que "os navios norte-americanos nos últimos tempos se têm aproximado frequentemente das áreas costeiras da China para vigilância. Essas ações afetam as relações sino-americanas e constituem uma ameaça à segurança chinesa".

"Pequim espera que os EUA ponham fim a essas ações e evitem os incidentes como o que foi referido", ele disse.

A China apelou muitas vezes aos EUA para que estes ponham cobro a ações que violam a soberania chinesa e ameaçam a sua segurança. Recentemente, Pequim acusou os EUA de violação da sua soberania e do direito internacional por causa da entrada de um destróier dos Estados Unidos nas águas do mar do Sul da China, próximas aos territórios disputados. Naquela ocasião, o representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang disse que a China se reservava o direito de tomar todas as medidas necessárias para proteger soberania nacional e segurança.


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