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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

China pede aos EUA que acabe com incursões aéreas que ameaçam sua segurança

EFE

O Ministério de Defesa da China confirmou nesta terça-feira um incidente envolvendo dois caças chineses e um avião de reconhecimento dos Estados Unidos em águas do Mar da China Oriental e pediu a Washington o fim das incursões aéreas que "ameaçam" sua "segurança nacional".


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EP-3 Aries II da US Navy foi interceptado por caças chineses J-10

As ações dos pilotos chineses para dissuadir o caça americano no incidente ocorrido no último fim de semana foram "legais, necessárias e profissionais", disse o ministério chinês em seu site oficial.

Além disso, o ministério acrescentou na nota que a incursão do avião americano de vigilância e outras ações similares ocorridas no passado careceram de profissionalismo e foram "pouco amistosas".

Fontes militares americanas informaram anteriormente que, no incidente, dois caças J-10 da força aérea chinesa se aproximaram do avião norte-americano, um EP-3, e um deles se posicionou a apenas 90 metros, uma distância de alto risco de colisão, que o Pentágono considerou pouco segura.

O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Lu Kang, também se referiu hoje ao incidente em sua coletiva de imprensa diária para indicar que, "há algum tempo, aviões americanos vêm se aproximando do litoral da China para realizar tarefas de reconhecimento".

"Isto não ajuda em nada nas relações entre China e Estados Unidos e põe em perigo nossa segurança, por isso esperamos que os EUA acabem com essas ações", indicou o porta-voz do ministério chinês.

Segundo fontes militares americanas, o incidente ocorreu cerca de 148 quilômetros a leste do porto de Qingdao, um dos mais importantes da China e próximo da península da Coreia.


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