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Venezuela está disposta a 'defender soberania e independência de Nicarágua'

Jorge Arreaza, chanceler da Venezuela, avisou da capital nicaraguense, Manágua, que o presidente Nicolás Maduro está disposto a apoiar a Nicarágua em defesa de sua soberania se for necessário.
Sputnik

"Se [nós] o povo bolivariano, os revolucionários da Venezuela, tivéssemos que vir à Nicarágua para defender a soberania e a independência nicaraguense, e oferecer nosso sangue pela Nicarágua, iríamos como Sandino, até à montanha de Nueva Segovia", expressou Arreaza.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela fez essas declarações durante a comemoração dos 39 anos do triunfo da Revolução Sandinista em Nicarágua, país para o qual viajou em 19 de julho.

O socialismo, enfatizou Arreaza, é o caminho certo, e assegurou que a Venezuela passou por uma situação semelhante da qual a Nicarágua enfrenta desde abril deste ano.

"Caros compatriotas, dizemos-lhes porque vivemos essa mesma experiência que vocês vivem nos últimos meses, nós as chamamos de guarimbas [termo para protesto popu…

China pede aos EUA que acabe com incursões aéreas que ameaçam sua segurança

EFE

O Ministério de Defesa da China confirmou nesta terça-feira um incidente envolvendo dois caças chineses e um avião de reconhecimento dos Estados Unidos em águas do Mar da China Oriental e pediu a Washington o fim das incursões aéreas que "ameaçam" sua "segurança nacional".


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EP-3 Aries II da US Navy foi interceptado por caças chineses J-10

As ações dos pilotos chineses para dissuadir o caça americano no incidente ocorrido no último fim de semana foram "legais, necessárias e profissionais", disse o ministério chinês em seu site oficial.

Além disso, o ministério acrescentou na nota que a incursão do avião americano de vigilância e outras ações similares ocorridas no passado careceram de profissionalismo e foram "pouco amistosas".

Fontes militares americanas informaram anteriormente que, no incidente, dois caças J-10 da força aérea chinesa se aproximaram do avião norte-americano, um EP-3, e um deles se posicionou a apenas 90 metros, uma distância de alto risco de colisão, que o Pentágono considerou pouco segura.

O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Lu Kang, também se referiu hoje ao incidente em sua coletiva de imprensa diária para indicar que, "há algum tempo, aviões americanos vêm se aproximando do litoral da China para realizar tarefas de reconhecimento".

"Isto não ajuda em nada nas relações entre China e Estados Unidos e põe em perigo nossa segurança, por isso esperamos que os EUA acabem com essas ações", indicou o porta-voz do ministério chinês.

Segundo fontes militares americanas, o incidente ocorreu cerca de 148 quilômetros a leste do porto de Qingdao, um dos mais importantes da China e próximo da península da Coreia.


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