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Caça F-22 dos EUA faz pouso de emergência no Alasca

Nesta quarta-feira (11), um caça de quinta geração F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA fez um pouso de emergência em uma base militar no Alasca, de acordo com a agência AP.
Sputnik

De acordo com a agência, a aeronave aterrissou na base de Elmendorf-Richardson, na cidade de Anchorage, devido a uma falha no funcionamento do chassi de aterrissagem.

As imagens do acidente divulgadas pelo Facebook demonstram que uma das rodas não saiu e a aeronave acabou pousando sobre sua asa esquerda.

O piloto saiu ileso. Entretanto, a porta-voz da Força Aérea dos EUA, Erin Eaton, informou sobre o início de uma investigação da ocorrência.

Outros acidentes

O avião F-22 é um caça bimotor monolugar produzido pela corporação norte-americana Lockheed Martin. A Força Aérea dos EUA conta com 186 aeronaves do modelo.

Em abril, foi registrada uma falha de motor em um F-22 durante a decolagem da base aérea de Fallon, como resultado a aeronave acabou caindo sobre a pista.

Outro acidente, que também ocorreu em abril, teve lu…

Desastrosos no mar do Sul da China: para que EUA provocam tensão no Círculo do Pacífico?

O Círculo do Pacífico está de novo "atormentado". Os navios dos EUA entraram nas águas perto das ilhas disputadas no mar do Sul da China, consideradas por Pequim como seu território. Aliás, saíram assim que entraram.


Ilia Kharlamov | Sputnik

Navios de guerra e caças chineses expulsaram o destróier norte-americano, que ultrapassou sem permissão as águas das ilhas disputadas no mar do Sul da China, consideradas por Pequim como seu território. A chancelaria chinesa acusou Washington de violar a soberania do país, referindo-se ao incidente como provocação militar e política. O Departamento de Estado norte-americano, por sua vez, respondeu que os EUA agem em conformidade com a lei internacional e podem voar, navegar e agir em qualquer lugar onde for possível. Deste modo, torna-se claro que a nova administração continua com o mesmo curso político em relação à China, pois na época de Barack Obama, os navios americanos navegavam regularmente no mar do Sul da China sem autorização de Pequim, causando escândalos diplomáticos e descontentamento chinês.

Resultado de imagem para USS Stethem
USS Stethem DDG-63

Porém, com a chegada de Trump, alguns esperavam que a atividade norte-americana nesta região diminuísse e as relações entre os dois países melhorassem. Mas, como mostra o recente incidente, os otimistas se enganaram. Apesar dos laços econômicos entre os dois Estados, na política as coisas deixam muito a desejar.

Washington cada vez mais chama a China de principal inimigo dos EUA, apresentando argumentos formais. Por exemplo, especulações no mercado cambial e violação dos direitos humanos, o tema favorito do Ocidente, quando se precisa acusar ou castigar alguém. No entanto, Pequim também pode pagar com a mesma moeda. Mais precisamente, o gigante asiático agiu de modo duro à decisão dos EUA de fornecer armas para Taiwan, cuja soberania não é reconhecida pela China.

Além disso, a China acompanhou com preocupação as ações do grupo naval dos EUA, que se aproximou da costa da Coreia do Norte, esperando o ataque dos mesmos contra o país asiático. Os EUA não atacaram, é claro. Porque o contra-ataque de Pyongyang poderia ter alcançado as bases militares de Washington na Coreia do Sul e no Japão. Mas, afinal, o que EUA conseguiram com a outra jogada de músculos? Ao aumentar a tensão na região, os EUA contribuem naturalmente para a aproximação entre a China e a Rússia, sendo a visita do presidente chinês, Xi Jinping, à Rússia (3-4 de julho), mais uma prova disso. Antes de partir para visitar a Rússia, o líder chinês afirmou que as negociações com Vladimir Putin impulsionariam as relações bilaterais.

De acordo com alguns dados, Xi Jinping preparou propostas inovadoras para regular a crise na península Coreana. Vale destacar que a nova administração de Seul também está prestes a dialogar com Pequim. Mas os EUA continuam apostando na política de força e pressão nas relações com a China.

Falando nas relações entre Pequim e Washington, Xi Jinping disse pouco antes da visita a Moscou que a instalação do sistema de defesa antiaérea dos EUA na Coreia do Sul prejudica a balança estratégica na região e a segurança dos países lá situados, inclusive a China e a Rússia. Assim, através de suas próprias ações, Washington está causando uma remodelação do mundo, que resultará em uma situação geopolítica completamente nova e pouco agradável para os EUA.

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