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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Em entrevista, Jungmann diz que espera decreto de Temer para enviar Forças Armadas ao RJ

Operação, ainda sem data marcada, será liderada pelo Comando Militar do Leste, disse o ministro em entrevista à Rádio CBN.


Por G1 Rio


O Ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse na manhã desta terça-feira (25) que espera apenas o decreto do Presidente Michel Temer para enviar as Forças Armadas para ajudar no combate à criminalidade no Rio. A declaração foi feita durante entrevista à Rádio CBN. O plano nacional de segurança, segundo ele, irá até dezembro de 2018.

Após reforço no primeiro semestre, Rio volta a receber Forças Armadas em breve, diz Ministro da Defesa (Foto: Reprodução)
Após reforço no primeiro semestre, Rio volta a receber Forças Armadas em breve, diz Ministro da Defesa (Foto: Reprodução)

A operação, que terá data mantida em sigilo, será comandada pelo Comando Militar do Leste. "A idéia é ser um fator surpresa que é fundamental para dar um golpe na criminalidade", explicou Jungmann.

Os custos, de acordo com ele, serão definidos através de cada ação, e que cada uma delas terá um número de soldados indicado pela Inteligência brasileira. Em fevereiro, durante greves de setores da PM e de forças de segurança, 9 mil homens atuaram durante sete dias no Estado.

Ele reiterou que "as tropas não podem vir para o rio sem autorização, através de decreto pelo presidente da república que sai nos próximos dias. O ministro disse ainda que "não há mobilização de forças armadas no território nacional sem autorização do presidente".

Captura do poder público pelo crime

Para Jungmann, o Rio de Janeiro está no estágio mais avançado nessa captura do poder público pelo crime: segundo ele, são 800 comunidades sob controle do crime organizado. " Quem controla tem voto; o crime tem a capacidade de colocar seus representantes no próprio governo", afirmou o ministro, que batizou essa configuração como "Coração das Trevas".

O ministro criticou a conivência do poder público com os setores da criminalidade, ao afirmar que "o comando do crime está dentro dos presídios e penitenciárias", e que deve ser prioridade "cortar essa comunicação do crime do seu 'homeoffice'."

Ele ainda citou a recente fase da Operação Lava-Jato que prendeu cinco dos seis conselheiros do Tribunal de Contas do Estado que foram acusados de receber propina para um esquema que pode ter desviado até 20% de contratos com órgãos públicos para autoridades públicas, sobretudo membros do TCE-RJ e da Alerj.

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