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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Em entrevista, Jungmann diz que espera decreto de Temer para enviar Forças Armadas ao RJ

Operação, ainda sem data marcada, será liderada pelo Comando Militar do Leste, disse o ministro em entrevista à Rádio CBN.


Por G1 Rio


O Ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse na manhã desta terça-feira (25) que espera apenas o decreto do Presidente Michel Temer para enviar as Forças Armadas para ajudar no combate à criminalidade no Rio. A declaração foi feita durante entrevista à Rádio CBN. O plano nacional de segurança, segundo ele, irá até dezembro de 2018.

Após reforço no primeiro semestre, Rio volta a receber Forças Armadas em breve, diz Ministro da Defesa (Foto: Reprodução)
Após reforço no primeiro semestre, Rio volta a receber Forças Armadas em breve, diz Ministro da Defesa (Foto: Reprodução)

A operação, que terá data mantida em sigilo, será comandada pelo Comando Militar do Leste. "A idéia é ser um fator surpresa que é fundamental para dar um golpe na criminalidade", explicou Jungmann.

Os custos, de acordo com ele, serão definidos através de cada ação, e que cada uma delas terá um número de soldados indicado pela Inteligência brasileira. Em fevereiro, durante greves de setores da PM e de forças de segurança, 9 mil homens atuaram durante sete dias no Estado.

Ele reiterou que "as tropas não podem vir para o rio sem autorização, através de decreto pelo presidente da república que sai nos próximos dias. O ministro disse ainda que "não há mobilização de forças armadas no território nacional sem autorização do presidente".

Captura do poder público pelo crime

Para Jungmann, o Rio de Janeiro está no estágio mais avançado nessa captura do poder público pelo crime: segundo ele, são 800 comunidades sob controle do crime organizado. " Quem controla tem voto; o crime tem a capacidade de colocar seus representantes no próprio governo", afirmou o ministro, que batizou essa configuração como "Coração das Trevas".

O ministro criticou a conivência do poder público com os setores da criminalidade, ao afirmar que "o comando do crime está dentro dos presídios e penitenciárias", e que deve ser prioridade "cortar essa comunicação do crime do seu 'homeoffice'."

Ele ainda citou a recente fase da Operação Lava-Jato que prendeu cinco dos seis conselheiros do Tribunal de Contas do Estado que foram acusados de receber propina para um esquema que pode ter desviado até 20% de contratos com órgãos públicos para autoridades públicas, sobretudo membros do TCE-RJ e da Alerj.

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