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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Empresa dona do 767 da FAB está proibida de fazer operações aéreas no Brasil

Poder Aéreo

A empresa vencedora da licitação para fornecer o novo avião de transporte alugado pela Força Aérea Brasileira (FAB), que passou a servir ao presidente Michel Temer (PMDB) em viagens de longa duração, está proibida de fazer operações aéreas no Brasil, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.


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Boeing 767 alugado pela FAB junto a Colt

A Colt Transportes Aéreos S/A tem seu Certificado de Empresa de Transporte Aéreo suspenso desde 3 de novembro de 2016 devido a “deficiência no sistema de registros de panes, de treinamentos de funcionários, de controle de itens MEL (Lista de Equipamentos Mínimos) e de execução de tarefas de manutenção”, diz a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O contrato com a FAB, contudo, ocorreu antes disso, em 6 de junho. A Força Aérea informa que a proibição civil não afetou o processo. “Todos os requisitos operacionais contratados seguem sendo atendidos plenamente e sem interrupção”, diz um comunicado.

A Colt ganhou uma licitação de US$ 19,77 milhões (R$ 71,2 milhões na época), a serem pagos até 2019, para fornecer um Boeing 767-300ER com serviço de manutenção e logística, além de seguro.

É um contrato rígido, que especifica 80% de disponibilidade mínima do avião e prazos exíguos para resolver problemas, de oito horas quando ele estiver na base, a 48 horas, se estiver em um aeroporto em outro país.

Segundo alguns analistas ouvidos pelo jornal, é bastante estranho que o avião em que voa o presidente seja fornecido por uma empresa impedida de operar no país.



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