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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Empresa dona do 767 da FAB está proibida de fazer operações aéreas no Brasil

Poder Aéreo

A empresa vencedora da licitação para fornecer o novo avião de transporte alugado pela Força Aérea Brasileira (FAB), que passou a servir ao presidente Michel Temer (PMDB) em viagens de longa duração, está proibida de fazer operações aéreas no Brasil, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.


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Boeing 767 alugado pela FAB junto a Colt

A Colt Transportes Aéreos S/A tem seu Certificado de Empresa de Transporte Aéreo suspenso desde 3 de novembro de 2016 devido a “deficiência no sistema de registros de panes, de treinamentos de funcionários, de controle de itens MEL (Lista de Equipamentos Mínimos) e de execução de tarefas de manutenção”, diz a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O contrato com a FAB, contudo, ocorreu antes disso, em 6 de junho. A Força Aérea informa que a proibição civil não afetou o processo. “Todos os requisitos operacionais contratados seguem sendo atendidos plenamente e sem interrupção”, diz um comunicado.

A Colt ganhou uma licitação de US$ 19,77 milhões (R$ 71,2 milhões na época), a serem pagos até 2019, para fornecer um Boeing 767-300ER com serviço de manutenção e logística, além de seguro.

É um contrato rígido, que especifica 80% de disponibilidade mínima do avião e prazos exíguos para resolver problemas, de oito horas quando ele estiver na base, a 48 horas, se estiver em um aeroporto em outro país.

Segundo alguns analistas ouvidos pelo jornal, é bastante estranho que o avião em que voa o presidente seja fornecido por uma empresa impedida de operar no país.



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