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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Especialista sobre testes de armas a laser: os EUA 'combinam trabalho com prazer'

Segundo a mídia, os EUA testaram o seu novo Sistema de Armas a Laser (LaWS) no golfo Pérsico. O especialista militar Boris Rozhin acha que esses testes são um sinal importante.


Sputnik

De acordo com a emissora CNN, a Marinha dos EUA testou o seu sistema de armas a laser no golfo Pérsico.


LaWS
LaWS | CC0 / U.S. Navy photo by John F. Williams/Released

Segundo Christopher Wells, capitão do navio, o novo sistema é mais preciso do que uma bala e pode ser usado contra uma variedade de alvos. Um drone, usado como alvo, caiu no mar depois de ser atingido por um raio laser. De acordo com militares norte-americanos, o ataque foi invisível e silencioso.

O especialista militar russo Boris Rozhin disse ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA têm vindo a desenvolver armas a laser "desde a Guerra Fria".

"Estes programas têm sido desenvolvidos desde a Guerra Fria. Naquela altura tanto a União Soviética como os EUA desenvolviam deferentes tipos de armas, incluindo armas a laser. Depois do colapso da União Soviética, uma parte das tecnologias e alguns especialistas russos se mudaram para os EUA, o que, sem dúvida, acelerou o programa norte-americano. Nos últimos anos se tem observado um progresso dos norte-americanos em armas a laser, instaladas em estruturas marítimas, terrestres e aéreas. Embora atualmente não se trate da plena introdução nas Forças Armadas, esta concepção está ganhando forma. Poderia se dizer que, a longo prazo, serão feitos modelos de armas que poderão ser fornecidas em pequenas quantidades às Forças Armadas ou à Marinha dos EUA", disse Rozhin.

Segundo ele, os testes de armas a laser no golfo Pérsico são um sinal para o Irã.

"Nesses testes os EUA 'combinam trabalho com prazer': eles são também um sinal para o Irã, que é visto como adversário pelos aliados dos EUA. Estes testes visam mostrar que os EUA têm algumas vantagens tecnológicas e técnico-militares sobre os testes iranianos de diferentes mísseis e outros tipos de armas inovadoras", sublinha o analista.



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