Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Exercícios conjuntos russo-chineses no mar Báltico irritam OTAN

A Rússia e a China estão realizando manobras navais perto dos países bálticos mas a reação da OTAN não terá influência nem nos objetivos nem na localização destes exercícios, declararam analistas à Sputnik.


Sputnik

Enquanto navios dos países da OTAN permanecem no mar Báltico, a Rússia e a China realizam na mesma zona as manobras conjuntas Joint Sea 2017, reafirmando assim a vontade de cooperar na área da segurança no mar, o que não é do agrado da OTAN.


Ensaio para a parada do dia da Marinha da Rússia em Baltiysk. A Frota do Báltico.
Ensaio para a parada marítima em Baltiysk © Sputnik/ Igor Zarembo

"A Rússia e a China realizam as manobras na zona que julgam necessária sem solicitar a permissão de quaisquer países terceiros", acrescentou à Sputnik o analista militar Konstantin Sivkov.

Segundo o redator-chefe da revista Defesa Nacional, Igor Korotchenko, a organização dos exercícios russo-chineses é uma questão interna da Rússia e da China.

"É evidente que não ameaçamos ninguém. Não fazemos mais que nos preparar para a luta contra a pirataria e o terrorismo internacional e para proteger os nossos interesses nacionais", sublinhou ele à Sputnik.

Outro interlocutor, Yang Mian, do Instituto de Comunicações chinês congratula-se com as novas tendências da cooperação militar entre Pequim e Moscou.

"A ênfase é colocada nas travessias marítimas a nível mundial. Os exercícios no mar Báltico são uma grande oportunidade de treinamento para a Marinha da China", concluiu Mian.

A fase ativa das manobras russo-chinesas vai ser realizada de 25 a 27 de julho nas águas do mar Báltico, onde vão ser treinadas a interação e a organização da defesa antiaérea, da guerra antissubmarino e antinavio.

Os objetivos principais dos exercícios são o reforço das relações de amizade entre as Marinhas dos dois países e a realização da primeira etapa dos exercícios navais Cooperação Naval 2017. A visita da frota chinesa vai se prolongar até 25 de julho. Após as manobras em Baltiysk, os navios chineses irão rumar a São Petersburgo.


Postar um comentário