Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Exercícios conjuntos russo-chineses no mar Báltico irritam OTAN

A Rússia e a China estão realizando manobras navais perto dos países bálticos mas a reação da OTAN não terá influência nem nos objetivos nem na localização destes exercícios, declararam analistas à Sputnik.


Sputnik

Enquanto navios dos países da OTAN permanecem no mar Báltico, a Rússia e a China realizam na mesma zona as manobras conjuntas Joint Sea 2017, reafirmando assim a vontade de cooperar na área da segurança no mar, o que não é do agrado da OTAN.


Ensaio para a parada do dia da Marinha da Rússia em Baltiysk. A Frota do Báltico.
Ensaio para a parada marítima em Baltiysk © Sputnik/ Igor Zarembo

"A Rússia e a China realizam as manobras na zona que julgam necessária sem solicitar a permissão de quaisquer países terceiros", acrescentou à Sputnik o analista militar Konstantin Sivkov.

Segundo o redator-chefe da revista Defesa Nacional, Igor Korotchenko, a organização dos exercícios russo-chineses é uma questão interna da Rússia e da China.

"É evidente que não ameaçamos ninguém. Não fazemos mais que nos preparar para a luta contra a pirataria e o terrorismo internacional e para proteger os nossos interesses nacionais", sublinhou ele à Sputnik.

Outro interlocutor, Yang Mian, do Instituto de Comunicações chinês congratula-se com as novas tendências da cooperação militar entre Pequim e Moscou.

"A ênfase é colocada nas travessias marítimas a nível mundial. Os exercícios no mar Báltico são uma grande oportunidade de treinamento para a Marinha da China", concluiu Mian.

A fase ativa das manobras russo-chinesas vai ser realizada de 25 a 27 de julho nas águas do mar Báltico, onde vão ser treinadas a interação e a organização da defesa antiaérea, da guerra antissubmarino e antinavio.

Os objetivos principais dos exercícios são o reforço das relações de amizade entre as Marinhas dos dois países e a realização da primeira etapa dos exercícios navais Cooperação Naval 2017. A visita da frota chinesa vai se prolongar até 25 de julho. Após as manobras em Baltiysk, os navios chineses irão rumar a São Petersburgo.


Postar um comentário

Postagens mais visitadas