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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Exército israelense mata dois palestinos em Jenin

Segundo o Exército hebreu, suspeitos trocaram tiros com a polícia e lançaram dispositivos explosivos contra soldados. Moradores do campo dizem que tiroteio não aconteceu.


Por G1

Dois palestinos morreram nesta quarta-feira (12) em confrontos com soldados israelenses no campo de refugiados de Jenin, no norte da Cisjordânia, informaram fontes médicas e funcionários da segurança palestina.

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Soldados israelenses durante operação militar: forças israelenses abriram fogo quando foram atacadas por moradores, segundo palestinos (Saif Dahlah/AFP)

Um palestino morreu na hora e o outro não resistiu aos ferimentos. De acordo com a agência Reuters, nenhum israelense ficou ferido no incidente. Um terceiro palestino foi ferido em uma perna.

O Exército hebreu informou que os militares dispararam contra "agressores" após um "palestino armado abrir fogo e outros lançarem dispositivos explosivos".

Segundo informações do Ministério da Saúde da Palestina, os mortos tinham 16 e 21 anos de idade.

Os moradores do campo asseguram que nenhum tiroteio ocorreu no campo, mas que os palestinos lançaram pedras contra os soldados israelenses, que frequentemente fazem buscas na Cisjordânia atrás de supostos militantes e de instalações dedicadas à fabricação de armas.

Desde outubro de 2015, Israel e os Territórios Palestinos vivem uma onda de violência que já matou 275 palestinos, 42 israelenses, dois americanos, dois jordanianos, um eritreu, um sudanês e uma britânica, segundo contagem da agência France Presse.

De acordo com as autoridades israelenses, a maioria dos palestinos mortos eram agressores ou supostos agressores, geralmente jovens, armados principalmente com facas.

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