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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Exército israelense mata dois palestinos em Jenin

Segundo o Exército hebreu, suspeitos trocaram tiros com a polícia e lançaram dispositivos explosivos contra soldados. Moradores do campo dizem que tiroteio não aconteceu.


Por G1

Dois palestinos morreram nesta quarta-feira (12) em confrontos com soldados israelenses no campo de refugiados de Jenin, no norte da Cisjordânia, informaram fontes médicas e funcionários da segurança palestina.

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Soldados israelenses durante operação militar: forças israelenses abriram fogo quando foram atacadas por moradores, segundo palestinos (Saif Dahlah/AFP)

Um palestino morreu na hora e o outro não resistiu aos ferimentos. De acordo com a agência Reuters, nenhum israelense ficou ferido no incidente. Um terceiro palestino foi ferido em uma perna.

O Exército hebreu informou que os militares dispararam contra "agressores" após um "palestino armado abrir fogo e outros lançarem dispositivos explosivos".

Segundo informações do Ministério da Saúde da Palestina, os mortos tinham 16 e 21 anos de idade.

Os moradores do campo asseguram que nenhum tiroteio ocorreu no campo, mas que os palestinos lançaram pedras contra os soldados israelenses, que frequentemente fazem buscas na Cisjordânia atrás de supostos militantes e de instalações dedicadas à fabricação de armas.

Desde outubro de 2015, Israel e os Territórios Palestinos vivem uma onda de violência que já matou 275 palestinos, 42 israelenses, dois americanos, dois jordanianos, um eritreu, um sudanês e uma britânica, segundo contagem da agência France Presse.

De acordo com as autoridades israelenses, a maioria dos palestinos mortos eram agressores ou supostos agressores, geralmente jovens, armados principalmente com facas.

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