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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Forças aéreas brasileira e americana realizam intercâmbio

Hospital da FAB sedia Intercâmbio Bilateral entre Brasil e Estados Unidos. Programação foca na transferência de informações e experiências.


Tenente Lorena Molter e Tenente Felipe Bueno | Agência Força Aérea

O Intercâmbio Bilateral entre o Brasil e os Estados Unidos da América reuniu militares das duas Forças Aéreas, a fim de promover a troca de informações e experiências. O evento aconteceu nos dias 20, 21, 22 e 23 de junho no Hospital de Aeronáutica dos Afonsos (HAAF).



Na ocasião estiveram presentes militares médicos, enfermeiros e pilotos, tanto da Força Aérea Americana (USAF) quanto da Força Aérea Brasileira (FAB). Foram abordados temas sobre Evacuação Aeromédica, participação em Missões de Paz da ONU, Medicina Aeroespacial, Medicina Preventiva e Proteção Médica da Tropa.

O Comandante do Hospital de Campanha (HCAMP), Major Médico Rodolfo José Seraphico de Souza Siqueira, considerou o evento proveitoso. “A oportunidade de aprender com quem mais tem experiência no mundo sobre Evacuação Aeromédica de longa distância, inclusive, intercontinental, foi o ápice do evento”, revela.

O encontro teve como propósito não só a transmissão das doutrinas e conhecimentos da USAF em Evacuação Aeromédica, mas também a troca de experiências em Hospitais de Campanha, em ajuda humanitária e respostas a desastres naturais.

Operação Gota vacina comunidades isoladas do Acre

Quarenta comunidades da Amazônia apoiadas, 1.149 pessoas vacinadas e 1.683 vacinas aplicadas. Esses são os números da Operação Gota 2017, realizada pela Força Aérea Brasileira (FAB) em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa consistiu no transporte de profissionais de saúde e de vacinas até comunidades de difícil acesso para a vacinação da população mais isolada. As atividades ficaram concentradas no Estado do Acre, sendo iniciadas em 12 de junho e concluídas na última segunda-feira (26/06).

Segundo a gerente de Imunização e Rede de Frio no Estado do Acre (SESACRE), Maria Auxiliadora Leopoldo de Holanda, o apoio da FAB foi essencial. “É de fundamental importância o auxílio da Força Aérea Brasileira no programa de vacinação no Acre, pois somente com o auxílio de helicóptero se consegue vacinar a população das localidades de difícil acesso. Nenhum outro meio conseguiria. Dependendo da época do ano, não se chega nem por meio fluvial ou terrestre”, disse.

Ao todo, foram 40 horas de voo com decolagens a partir de três municípios: Rio Branco, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, todos localizados no Acre. Para o cumprimento da missão, a Força Aérea utilizou os helicópteros H-60 Black Hawk do Esquadrão Harpia (7°/8° GAv).

A rotina dos pilotos do 7°/8° GAv, durante a Operação Gota, começava com decolagens ainda ao nascer do sol, levando equipes de vacinação para comunidades isoladas ou de difícil acesso. Por dia, eram transportados cerca de 100 quilos de material e, pelo menos, oito profissionais de saúde. Entre as vacinas mais comuns aplicadas na população estavam a de HPV, de H1N1 e de poliomielite.


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