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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Forças aéreas brasileira e americana realizam intercâmbio

Hospital da FAB sedia Intercâmbio Bilateral entre Brasil e Estados Unidos. Programação foca na transferência de informações e experiências.


Tenente Lorena Molter e Tenente Felipe Bueno | Agência Força Aérea

O Intercâmbio Bilateral entre o Brasil e os Estados Unidos da América reuniu militares das duas Forças Aéreas, a fim de promover a troca de informações e experiências. O evento aconteceu nos dias 20, 21, 22 e 23 de junho no Hospital de Aeronáutica dos Afonsos (HAAF).



Na ocasião estiveram presentes militares médicos, enfermeiros e pilotos, tanto da Força Aérea Americana (USAF) quanto da Força Aérea Brasileira (FAB). Foram abordados temas sobre Evacuação Aeromédica, participação em Missões de Paz da ONU, Medicina Aeroespacial, Medicina Preventiva e Proteção Médica da Tropa.

O Comandante do Hospital de Campanha (HCAMP), Major Médico Rodolfo José Seraphico de Souza Siqueira, considerou o evento proveitoso. “A oportunidade de aprender com quem mais tem experiência no mundo sobre Evacuação Aeromédica de longa distância, inclusive, intercontinental, foi o ápice do evento”, revela.

O encontro teve como propósito não só a transmissão das doutrinas e conhecimentos da USAF em Evacuação Aeromédica, mas também a troca de experiências em Hospitais de Campanha, em ajuda humanitária e respostas a desastres naturais.

Operação Gota vacina comunidades isoladas do Acre

Quarenta comunidades da Amazônia apoiadas, 1.149 pessoas vacinadas e 1.683 vacinas aplicadas. Esses são os números da Operação Gota 2017, realizada pela Força Aérea Brasileira (FAB) em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa consistiu no transporte de profissionais de saúde e de vacinas até comunidades de difícil acesso para a vacinação da população mais isolada. As atividades ficaram concentradas no Estado do Acre, sendo iniciadas em 12 de junho e concluídas na última segunda-feira (26/06).

Segundo a gerente de Imunização e Rede de Frio no Estado do Acre (SESACRE), Maria Auxiliadora Leopoldo de Holanda, o apoio da FAB foi essencial. “É de fundamental importância o auxílio da Força Aérea Brasileira no programa de vacinação no Acre, pois somente com o auxílio de helicóptero se consegue vacinar a população das localidades de difícil acesso. Nenhum outro meio conseguiria. Dependendo da época do ano, não se chega nem por meio fluvial ou terrestre”, disse.

Ao todo, foram 40 horas de voo com decolagens a partir de três municípios: Rio Branco, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, todos localizados no Acre. Para o cumprimento da missão, a Força Aérea utilizou os helicópteros H-60 Black Hawk do Esquadrão Harpia (7°/8° GAv).

A rotina dos pilotos do 7°/8° GAv, durante a Operação Gota, começava com decolagens ainda ao nascer do sol, levando equipes de vacinação para comunidades isoladas ou de difícil acesso. Por dia, eram transportados cerca de 100 quilos de material e, pelo menos, oito profissionais de saúde. Entre as vacinas mais comuns aplicadas na população estavam a de HPV, de H1N1 e de poliomielite.


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