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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Irã aprova projeto de lei contra 'terrorismo americano'

O parlamento do Irã aprovou, por maioria, o projeto de lei contra o "terrorismo americano" no Oriente Médio, informa a TV estatal do país.


Sputnik

A favor do projeto votaram 212 deputados do parlamento.


Prédio do parlamento em Teerã
Parlamento de Teerã © Sputnik

"Essa votação prova a firmeza do povo iraniano na luta contra as ações dos EUA… A administração de Washington deve claramente perceber a nossa mensagem, que afirma que qualquer ação contra a República Islâmica vai ser impiedosamente enfrentada pelo povo e pelo parlamento", afirmou o presidente da assembleia legislativa, Ali Larijai, depois da votação.

Esse passo foi causado pela decisão dos EUA de 15 de junho: os senadores aprovaram por larga maioria uma proposta de lei prevendo a introdução de novas sanções contra a Rússia e o Irã. O documento ainda não passou pela Câmara dos Representantes e não foi assinado pelo presidente estadunidense, mas o diretor de Assuntos Legais da Casa Branca, Marc Short, ressaltou que a administração dos EUA apoia completamente as sanções propostas.

O assessor político do líder supremo iraniano, Ali Akbar Velayati, chamou a decisão do Senado de violação evidente do Plano de Ação Conjunto Global (acordo internacional acerca do programa nuclear iraniano).

Teerã e os seis mediadores internacionais firmaram em 14 de julho de 2015 um acordo histórico quanto à regulação do programa nuclear do Irã. As partes firmaram o Plano de Ação Conjunto Global, cujo cumprimento teve como contrapartida o levantamento das sanções econômicas e financeiras impostas ao Irã pelo Conselho de Segurança da ONU, EUA e União Europeia. O Plano entrou em vigor em 16 de janeiro de 2016.



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