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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

Israel compra drones equipados com metralhadoras para 'uso em áreas populadas por civis'

Em um esforço para despontar frente à concorrência no mercado de guerra urbana, as Forças de Defesa de Israel (IDF) estão comprando drones portáteis que foram especialmente construídos para transportar armas, incluindo metralhadoras e lançadores de granadas.


Sputnik

A fabricante dos drones armados, Duke Robotics, com sede no norte da Flórida, foi fundada em 2014 por um veterano militar israelense reservista nas Forças Especiais de Israel. De acordo com o portal Defense One, a empresa pretende oferecer o equipamento ao Pentágono.


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Conforme comunicado de imprensa da empresa, os drones armados são eficazes contra "pequenos grupos [de inimigos] em áreas povoadas, que usam civis como escudos". Em seu website, a Duke diz querer ser capaz de "eliminar gente má" sem que sejam necessárias "botas amigas em solo", ou seja, sem uso de soldados.

Especificações

Enquanto as leis da física dificultam a integração das armas em uma pequena plataforma aérea, o novo drone da Duke usa placas conectadas de forma flexível para redistribuir o recuo da arma, mantendo o dispositivo estacionário e melhorando sua precisão, informou o Defense One.

O dispositivo de controle remoto armado pode "montar um M4, SR25, um lançador de granadas de 40 milímetros", ou "transportar até 22 libras e [o sistema de placas] irá estabilizar o drone e permitir um tiro preciso", de acordo com as especificações do equipamento.

O primeiro produto da empresa será operado remotamente, o que significa que um humano vai comandar o voo, direcionar e puxar o gatilho de disparo a partir de um posto de comando, evitando a necessidade de agir de forma defensiva e sem o aspecto emocional envolvido em matar alguém pessoalmente.


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