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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Japão diz que não vai tolerar novas provocações da Coreia do Norte

O secretário de gabinete do Japão, Yoshihide Suga, disse que o seu país não pode tolerar novas provocações da Coreia do Norte, que realizou um novo teste de míssil balístico mais cedo, confirmado também por Estados Unidos e Coreia do Sul.


Sputnik

De acordo com Suga, o projétil disparado por Pyongyang voou por cerca de 45 minutos e parece ter caído em águas da zona econômica exclusiva do Japão, no mar do Leste. No entanto, não há relatos de danos provocados pelo míssil. 


Yoshihide Suga, secretário de gabinete do Japão, durante coletiva de imprensa
Yoshihide Suga © AFP 2017/ Yoshikazu TSUNO

O secretário destacou que o lançamento foi um ato inaceitável e consiste em uma clara violação das resoluções das Nações Unidas. Por esse motivo, ainda segundo ele, Tóquio realizará um protesto nos termos mais fortes disponíveis.

Conforme relatou a agência Reuters, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, convocaram reuniões urgentes para discutir respostas à Coreia do Norte.


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