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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Kremlin pede aos EUA para dar um basta na esquizofrenia política

Para normalizar as relações entre os EUA e a Rússia é necessário demonstrar vontade política e deixar de ditar sanções, explica o porta-voz do presidente da Rússia, Dmitry Peskov.


Sputnik

"A solução para esta situação é a demonstração de vontade política para estabelecimento de relações durante o processo de reabilitação da exacerbação da esquizofrenia política, da fixação de desejo de normalizar as relações e da recusa das tentativas de ditar sanções", disse Peskov.


Kremlin, Moscou
Kremlin, Moscou © Sputnik/ Vladimir Sergeev

Mais do que isso, o porta-voz do presidente da Rússia assinalou que o próprio Putin disse que a Rússia está interessada em cooperar com os EUA em áreas de interesse comum.

Mais tarde, o presidente russo Vladimir Putin anunciou que a missão diplomática dos EUA na Rússia será como a missão diplomática russa nos Estados Unidos, ou seja, com 455 pessoas de cada lado. Segundo ele, mais de mil funcionários — diplomatas e técnicos — trabalharam e ainda estão trabalhando na Rússia. Sendo assim, 755 americanos terão que voltar para casa, encerrando seus trabalhos na Federação da Rússia.


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