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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Moscou suspende utilização de propriedades diplomáticas de embaixada americana

Hoje (28), o Ministério das Relações Exteriores russo comunicou que, a partir de 1 de agosto, suspende a utilização dos armazéns no centro de Moscou e das casas de campo diplomáticas da Embaixada dos EUA na Rússia.


Sputnik

"A partir de 1 de agosto, a parte russa suspende o uso de todos os armazéns na Rua Dorozhnaya em Moscou e das casas de campo em Serebryany Bor [zona de recreação no noroeste de Moscou, perto do rio Moscou] pela Embaixada dos EUA na Rússia", diz-se no comunicado emitido pela chancelaria.


Embaixada dos EUA em Moscou
Embaixada dos EUA em Moscou © Sputnik/ Iliya Pitalev

Além disso, a chancelaria frisou que a Rússia se reserva, como resposta às sanções impostas pelos EUA, o direito "de empreender outras medidas que poderão afetar os interesses americanos".

Por sua vez, o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, comunicou hoje de manhã que as medidas da chancelaria foram aprovadas pelo chefe de Estado.

"Claro que tais medidas seriam impossíveis de tomar sem o aval do presidente", afirmou ele aos jornalistas durante a coletiva de imprensa.

Vale ressaltar que ontem (28), o Senado dos EUA adotou o projeto de lei que impõe novas sanções contra a Rússia, o Irã e a Coreia do Norte. No início desta semana, a Câmara dos Representantes do Congresso americano havia adotado o respectivo documento por maioria esmagadora (419 votos a favor).

Agora, o documento será submetido à consideração do presidente, Donald Trump, que tem o direito de vetá-lo. Caso necessite de ultrapassar o veto, o Congresso terá que dispor ao menos de dois terços dos votos em ambas as câmaras o que, levando em conta os resultados da votação já ocorrida, é muito provável acontecer.



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