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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Novas sanções dos EUA contra a Rússia podem ser um tiro no pé?

As novas sanções dos EUA contra a Rússia podem ter efeitos imprevisíveis em Washington, segundo Angela Stent, diretora do Centro de Estudos Eurasiáticos, Russos e do Leste Europeu da Universidade de Georgetown.


Sputnik

Em seu artigo para a revista The National Interest ela destacou que a nova medida afeta os interesses de empresas norte-americanas e europeias.


A UE e os EUA não conseguem alcançar uma solução mutuamente aceitável
© flickr.com/ akob Huber/ECI Stop TTIP!

"Se [o projeto de lei] for aprovado em seu formato atual, a medida será um golpe não só para a Rússia, mas também para empresas americanas e europeias, em função das limitações que serão impostas e que afetam os projetos na área de energia com participação de empresas russas", explica a especialista.

Ela destacou que as sanções afetam, inclusive, a construção do gasoduto Nord Stream - 2 (Corrente do Norte), projeto apoiado e com a participação da Alemanha e de outros países europeus.

"Alguns funcionários europeus já avisaram que UE poderá rever o regime de sanções [antirrussas] elaborado durante a administração de Obama, se esta nova lei for aprovada. Isso, é claro, será uma boa notícia para o Kremlin", adicionou Stent.

No dia 27 de julho, o Senado dos EUA aprovou o projeto de lei que amplia as sanções contra a Rússia, o Irã e a Coreia do Norte.


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