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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Novas sanções dos EUA contra a Rússia podem ser um tiro no pé?

As novas sanções dos EUA contra a Rússia podem ter efeitos imprevisíveis em Washington, segundo Angela Stent, diretora do Centro de Estudos Eurasiáticos, Russos e do Leste Europeu da Universidade de Georgetown.


Sputnik

Em seu artigo para a revista The National Interest ela destacou que a nova medida afeta os interesses de empresas norte-americanas e europeias.


A UE e os EUA não conseguem alcançar uma solução mutuamente aceitável
© flickr.com/ akob Huber/ECI Stop TTIP!

"Se [o projeto de lei] for aprovado em seu formato atual, a medida será um golpe não só para a Rússia, mas também para empresas americanas e europeias, em função das limitações que serão impostas e que afetam os projetos na área de energia com participação de empresas russas", explica a especialista.

Ela destacou que as sanções afetam, inclusive, a construção do gasoduto Nord Stream - 2 (Corrente do Norte), projeto apoiado e com a participação da Alemanha e de outros países europeus.

"Alguns funcionários europeus já avisaram que UE poderá rever o regime de sanções [antirrussas] elaborado durante a administração de Obama, se esta nova lei for aprovada. Isso, é claro, será uma boa notícia para o Kremlin", adicionou Stent.

No dia 27 de julho, o Senado dos EUA aprovou o projeto de lei que amplia as sanções contra a Rússia, o Irã e a Coreia do Norte.


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