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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

OTAN tem medo de uma aliança militar entre Rússia e China

Os planos da China e da Rússia de realizar exercícios navais conjuntos (Cooperação Marítima 2017) provocam a apreensão da OTAN.


Sputnik

O observador militar russo Viktor Baranets disse ao serviço russo da Rádio Sputnik que a OTAN tem receio destas manobras.

Cooperação Marítima, os exercícios conjuntos da Rússia e China
Exercício naval Cooperação Marítima © Sputnik/ Vitaly Ankov

A primeira fase das manobras tradicionais russo-chinesas Cooperação Marítima 2017 terá início no fim de julho no mar Báltico e, em setembro, as manobras passarão para o mar do Japão (também conhecido como mar do Leste) e para o mar de Okhotsk.

Vários países da OTAN já mostraram apreensão por causa destes planos. O ministro da Defesa da Polônia, Antoni Mecherevich, acusou a Rússia e a China de criarem uma aliança estratégica que "ameaça o mundo livre".

"Durante os últimos anos, a Rússia e a China têm tentado ocultar a aliança estratégica que as liga. Elas têm tentado criar uma impressão de que essa aliança não existe. Têm dado a entender que entre elas alegadamente existe um conflito, para confundir a opinião pública do Ocidente e mesmo vários líderes", disse Mecherevich.

O ministro tem a certeza de que agora a Rússia e a China reconheceram que é preciso "retirar a máscara" e "ameaçar o mundo livre".

O especialista Viktor Baranets assinalou que é verdade que os países da OTAN têm um receio real de uma aliança militar entre a Rússia e a China.

"Os exercícios conjuntos russo-chineses de qualquer dimensão, não importa onde eles se realizam, na terra ou no mar, sempre provocam se não o pânico, pelo menos uma atitude muito ciosa dos políticos e generais da OTAN. Isto é especialmente evidente na região do Extremo Oriente, onde o Japão costuma reagir por causa da disputa territorial com a China em torno das ilhas do mar do Sul da China", disse o especialista.

Baranets julga que a razão principal destas tensões é o fato de a OTAN, os EUA e seus aliados terem realmente receio da possibilidade de estabelecimento de uma aliança militar russo-chinesa. No ano passado, o líder chinês Xi Jinping declarou pela primeira vez que tal aliança é possível. Anteriormente se tratava apenas de cooperação militar, mas desde o ano passado se tornou real a possibilidade de estabelecer relações de aliados militares. "Isso é motivo de pânico para a OTAN", concluiu Baranets.


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