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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

OTAN usa Ucrânia como 'polígono' para testar armas e treinar soldados

O presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, disse que Kiev ainda não pretende se candidatar à OTAN. Em entrevista à Sputnik, o cientista político Semyon Uralov disse que a Ucrânia provavelmente não fará parte da aliança num futuro próximo.


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De acordo com Uralov, é improvável que tal cenário ocorra por vários motivos.

Soldados norte-americanos em centro da OTAN no Leste Europeu
Tropas norte-americanas em exercício da OTAN no leste europeu © AFP 2017/ Petras Malukas

"Eu não acho que isso vai acontecer. A história das relações da Ucrânia com a OTAN vem se arrastando há muito tempo. Havia muita especulação sobre esta questão, especialmente durante a presidência de Viktor Yushchenko. Além disso, os americanos já têm acesso a tudo o que precisam na Ucrânia. Eles não precisam da adesão da Ucrânia à OTAN — isso não mudará nada…ninguém precisa disso", afirmou Uralov.

Segundo Uralov, os países da OTAN precisam da Ucrânia para usar o país como "um instrumento de luta econômica e política", bem como "uma ferramenta de provocações constantes contra a Rússia". Segundo o especialista, a Ucrânia já desempenha esse papel muito bem.

"Eles continuarão a usar esta ferramenta. Para os países da OTAN, a Ucrânia é um excelente 'polígono', onde eles podem testar novas armas e treinar seu pessoal", afirmou Uralov.

Na segunda-feira, o presidente da Ucrânia disse que Kiev ainda não vai se candidatar à OTAN, porque o país precisas realizar uma série de reformas para atender aos requisitos de adesão.

"Estamos ansiosos por reformas e temos um cronograma até 2020, para atender aos critérios de adesão. Hoje não atendemos esses critérios, já que nada foi feito nos últimos 20 anos", explicou Poroshenko.

Poroshenko também disse acreditar que, em conjunto com a OTAN, Kiev poderá construir um "país independente, estável e forte".


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