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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
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Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Pequim: Tóquio deve 'se acostumar' ao ruído dos bombardeiros chineses

Após meia dúzia de aviões de guerra chineses terem passado junto a duas das ilhas mais austrais do arquipélago japonês, o Ministério da Defesa da China disse que o Japão deve "se acostumar" aos exercícios militares perto das suas fronteiras.


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Os bombardeiros Xian H-6K sobrevoaram o estreito de Miyako, que separa a ilha de Okinawa e a de Miyako. O Japão enviou seus caças para afastarem os aviões de guerra chineses uns quilômetros da ilha estratégica de Okinawa, mas os chineses frisaram que não chegaram a violar o espaço aéreo japonês.

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Bombardeiro chinês Xian H-6K

O Ministério da Defesa da China acrescentou que o fato de seus aviões de guerra operarem em espaço aéreo neutro é "legal e correto" e que estes continuarão realizando treinamentos militares perto das ilhas do Japão em conformidade com as "necessidades da missão".

"A parte respectiva não deve fazer disso um problema ou interpretar a situação de outro modo, seria melhor se eles se acostumassem a isto", diz-se no comunicado do ministério chinês.

O passo da China parece ser bem calculado: eles não violaram o espaço aéreo japonês, nem o de Taiwan, mas estiveram muito perto disso. Este é o último de uma série dos exercícios militares realizados pela Marinha e Força Aérea da China na parte ocidental do Pacífico.

O estreito de Miyako não é apenas o ponto mais austral do território japonês. Está situado perto da ilha de Okinawa, que abriga 75% do pessoal militar norte-americano deslocado no Japão, estando perto das ilhas disputas pela China e o Japão no mar da China Oriental.

As autoridades chinesas negam que os exercícios tenham algum significado político ou simbólico.

"O estreito de Miyako é o caminho marítimo internacional mais conveniente para a China para entrar no oceano Pacífico", afirmou o pesquisador sênior da Academia de Ciências Sociais da China, Jiang Lifeng, para o jornal chinês Global Times. "Os treinamentos regulares da China fazem parte de um plano de desenvolvimento para ampliar o alcance de combate das forças militares, que visa manter a paz e a estabilidade na região", notou o pesquisador.

Em maio de 2015, bombardeiros H-6 chineses já tinham sobrevoado este estreito. O Japão, por sua vez, deu o alerta a seus caças, que levantam voos centenas de vezes por ano por causa dos chineses. Incidentes semelhantes aconteceram em setembro, novembro e dezembro de 2016.

Em resposta aos frequentes exercícios chineses, o Japão duplicou o número de caças que são postos em alerta para responder às tentativas de incursão de aviões estrangeiros no seu espaço aéreo. Além disso, Tóquio construiu uma nova classe de caças de superioridade aérea, deslocados na ilha de Okinawa em 2016.


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