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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Por que membros do Daesh estão sendo executados extrajudicialmente no Iraque?

Na semana passada, o governo iraquiano anunciou a libertação completa de Mossul, cidade que era símbolo do frustrado califado dos terroristas do Daesh.


Sputnik

Contudo, a violência não cessou nas ruas. As trocas de tiros deram lugar a execuções extrajudiciais de membros do Daesh, segundo reportagem do jornal britânico The Independent.


Militares das Forças Especiais iraquianos lutam contra Daesh no bairro al-Barid em Mossul, 18 de dezembro de 2016
Tropas iraquianas em Mossul © AP Photo/ Manu Brabo

Não se trata somente de vingança. A falta de confiança no governo e no sistema judicial do Iraque seriam, de acordo com a publicação, as principais motivações para tais execuções.

“Os soldados preferem atirar ou jogar os terroristas do topo de edifícios altos”, afirmaram funcionários iraquianos ao jornal. Eles explicaram ainda que se enviados à prisão, eles [terroristas] subornam autoridades e saem em liberdade.

A derrota em Mossul e a execução sumária de seus militantes nas ruas da cidade não impedem o Daesh de seguir operacional. Em um recente enterro de um líder curdo no Iraque, descobriu-se a presença de pelo menos 17 terroristas suicidas em potencial, todos ligados ao Daesh.

A conclusão de um alto funcionário curdo é de que o grupo terrorista “demonstra que podem planejar e levar a cabo operações, apesar de mais simples” dos que as anteriores à queda de Mossul.



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