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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Por que os EUA têm tanta pressa em implementar novo cessar-fogo na Síria?

O acordo de cessar-fogo no sudoeste da Síria pode ser uma tentativa dos Estados Unidos de salvar os rebeldes sírios da derrota, avalia o diretor executivo do Instituto Ron Paul para a Paz e a Prosperidade, Daniel McAdams em entrevista à Sputnik.


Sputnik

"Precisamos nos atentar às letras pequenas nesse acordo de cessar-fogo na Síria. Eu sou cético quanto à capacidade desta nova proposta dos EUA resultar na redução da violência na guerra", afirmou McAdams. "Parece que sempre que o lado dos EUA experimenta perdas significativas no campo de batalha, Washington apresenta uma proposta de cessar-fogo em uma tentativa desesperada de salvar seus 'rebeldes' da derrota".


Militares americanos e rebeldes do Maghaweer al-Thawra, apoiado pelos EUA, em Tanf, no sul da Síria
Terroristas apoiados por tropas dos EUA em Tanf, sul da Síria © AP Photo/ Hammurabi's Justice News

McAdams sugeriu que o melhor acordo entre Putin e Trump na Síria seria "uma retirada negociada das forças dos EUA do país, que ocupam ilegalmente o território sírio".

Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que Donald Trump e Vladimir Putin concordaram com um cessar-fogo no sudoeste da Síria a partir do meio dia, no dia 9 de julho.

Os Estados Unidos e a Rússia apoiam os lados opostos no conflito de seis anos da Síria. Moscou deu suporte às forças leais ao presidente sírio, Bashar Assad e Washington legitima grupos rebeldes que buscam a deposição do líder.



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