Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
Sputnik

"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

Será que uma batalha naval entre Irã e EUA no golfo Pérsico está iminente?

O golfo Pérsico volta a ser testemunha de uma escalada de tensões entre o Irã e os EUA. Este último tem ampliado sua presença naval na área nos últimos anos. Teerã, que se sente ameaçado por estas ações, poderá responder com medidas cada vez mais firmes.


Sputnik

O navio de patrulha norte-americano USS Thunderbolt lançou em 25 de julho tiros de advertência contra um navio iraniano operado pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês).


Destróier iraniano Jamaran no Golfo Pérsico
Destróier iraniano Jamaran no Golfo Pérsico © AFP 2017/ EBRAHIM NOUROZI

O motivo para a advertência foi uma aproximação "perigosa" e a falta de respostas via rádio. O incidente não produziu vítimas ou danos.

Os representantes do IRGC consideraram o fato como "uma provocação" e "falta de profissionalismo", destacando que o navio persa prosseguiu sua missão sem reagir.

Por sua vez, um coronel do IRGC, que preferiu manter o anonimato, analisou as possibilidades de escalada de um conflito deste tipo para um confronto bélico direto.

"O que fazem os americanos é pouco profissional. São provocações propagandísticas destinadas a obter alguma base jurídica para empregar a força militar contra 'o país que, supostamente, prejudica a estabilidade na região'. Além disso, serve como justificação das sanções recém-aprovadas", disse o interlocutor da Sputnik Persa.

Nas águas do golfo Pérsico estão sempre presentes navios de várias nações que se aproximam uns dos outros constantemente. "Mas isso não quer dizer que se deva disparar imediatamente tiros de aviso", frisou o coronel.

Quanto à possibilidade de um conflito, o coronel do IRGC duvidou que o Pentágono pudesse "submeter ao caos toda a região com uma invasão do Irã", tendo em conta a extrema importância do golfo Pérsico para a economia mundial como "artéria do petróleo".

Ali Reza Rezakhah, cientista político iraniano, também não acredita na possibilidade de um conflito real.

"Há que tomar em consideração a política doméstica dos EUA. O presidente Trump está sob pressão por supostos 'laços com a Rússia' até ao ponto de alguns senadores questionarem sua legitimidade", enfatizou o especialista.

O crescimento das tensões internas provoca mais agressividade na política externa da Casa Branca, destaca Ali Reza Rezakhah, acrescentado que o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica tem todo o direito de proteger suas fronteiras, incluindo as marítimas.

O poderio militar do Irã é suficiente para conter os EUA: "Não serão capazes de esmagar Teerã com uma invasão, já que as baixas para o Pentágono seriam inaceitáveis, concluiu Rezakhah.


Postar um comentário