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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Sistema de 'pesos e contrapesos' do Tratado INF deixou de ser vantajosa para Washington?

As ameaças dos congressistas americanos de sair do histórico Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, mais conhecido como Tratado INF, são apenas um pretexto para instalar mísseis no Oriente Médio e na Ásia, afirmou o major-general retirado russo Pavel Zolotarev.


Sputnik

As tentativas do Congresso dos EUA de impor mais sanções contra a Rússia devido a alegadas violações do Tratado INF, celebrado em 1987 para proibir que as partes possuíssem mísseis balísticos e de cruzeiro nucleares ou convencionais com alcance de 500 a 5.500 quilômetros, são apenas uma medida oportunista de descartar suas obrigações, afirmou o militar ao RT.


O porta-aviões nuclear norte-americano USS Carl Vinson da classe Nimitz foi construído em 1975. Foi lançado à água em 1980 e comissionado dois anos depois. O navio foi nomeado em homenagem a um senador do estado da Geórgia, para assinalar sua contribuição para a Marinha dos EUA. Desde 2009, se tornou o navio-almirante do grupo 1 de ataque de porta-aviões (Carrier Strike Group 1) da Marinha dos EUA. Além das suas operações numerosas, o porta-aviões também figurou em 2001 no filme Atrás das Linhas Inimigas, realizado por Owen Wilson e Gene Hackman
Porta-aviões norteámericano USS Carl Vinson © REUTERS/ Yonhap

Nesta sexta-feira (7), o legislador republicano Ed Royce, presidente do Comitê Internacional da Câmara dos Representantes, propôs uma emenda no documento sobre a segurança nacional que possibilitasse impor mais sanções contra Moscou. De acordo com o político, a Rússia estaria violando o tratado ao instalar um novo míssil de cruzeiro, um argumento negado pela parte russa.

No mês passado, a Comissão de Forças Armadas da Câmara dos Representantes dos EUA revelou o documento que estabelece o orçamento militar no valor de US$ 696.5 bilhões, sendo que este inclui a possibilidade de ruptura do referido tratado.

O major-general russo Pavel Zolotarev, membro do Conselho para a Política Externa e Defesa, assegurou que as ameaças americanas de sair do Tratado INF coincidem com as tentativas de reforçar sua presença no Oriente Médio e na Ásia.

"Os grupos de porta-aviões americanos continuam sendo vulneráveis face à China, que possui mísseis de curto e médio alcance. Acredito que os americanos consideram instalar mísseis de baseamento terrestre, atualmente proibidos, nas ilhas japonesas. Ademais, a instalação dos mísseis no Oriente Médio permitiria 'conter' o Irã", afirmou.

O especialista resumiu que o EUA querem realmente sair do tratado, mas precisam de um pretexto para isso.

"Tal decisão ainda não foi tomada a nível oficial. É por isso que surgem projetos de lei cujo nível profissional deixa muito a desejar. As acusações contra a Rússia são um pretexto conveniente para pôr cobro a este acordo", adiantou.

"Eu duvido muito que a Rússia tenha se atrevido a violar o Tratado INF. A ausência de fatos na fala dos americanos apenas solidificam minha certeza. Ao mesmo tempo, os EUA, que eu saiba, planejam elaborar o Pershing III — ou seja, uma versão aperfeiçoada do complexo que até o ano de 1987 estava instalado perto das nossas fronteiras", advertiu.



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