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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Tropas iraquianas conquistam novos avanços diante dos jihadistas em Mossul

EFE

Erbil (Iraque) - A Polícia Federal e as forças de resposta rápida do Iraque recuperaram neste sábado a parte norte do bairro de Al Shifaa, anexo ao centro antigo da cidade de Mossul, e que estava em poder do grupo terrorista Estado Islâmico (EI), anunciou hoje o Escritório de Informação Militar iraquiano em uma nota.

EFE/EPA/OMAR ALHAYALI
EFE/EPA/OMAR ALHAYALI

O comandante de Operações Conjuntas, o general Abdelamir Jarallah, citado no comunicado, detalhou que as tropas assumiram o controle do Hospital Universitário Ibn Sina e de várias instalações próximas.

No último dia 29, as forças iraquianas tomaram as ruínas da mesquita de Al Nuri, dinamitada pelo EI e onde há três anos o líder do grupo, Abu Bakr al Baghdadi, proclamou o "califado".

O primeiro-ministro iraquiano, Haidar al Abadi, declarou após a retomada do templo que a sua conquista significava a queda do EI na cidade.

No entanto, a intensidade dos combates não diminuiu entre as forças de segurança e os radicais, que cada vez mantêm menos território em seu poder.

No dia 19 de junho, o exército iraquiano lançou a última fase da ofensiva para expulsar os combatentes de EI do distrito histórico de Mossul, que era a segunda maior cidade do Iraque até a chegada dos extremistas.


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